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Vendas em Portugal do Grupo DIA crescem 7,6%

O Grupo DIA publicou o avanço das suas vendas líquidas do quarto trimestre de 2020, reportando um crescimento de 7,6%, para os 157,7 milhões de euros, em Portugal. Numa base comparável, o aumento foi de 5,2%.

Globalmente, as vendas líquidas do grupo de distribuição caíram 5,6%, para os 1.688 milhões de euros, que deve ao encerramento de várias lojas. Considerando a mesma base de lojas, as vendas do grupo cresceram 6,9%. “O comportamento positivo das vendas comparáveis durante o quarto trimestre no Grupo DIA, continuando a tendência já observada no decurso de 2020, deve-se ao impacto das melhorias operativas contínuas, assim como a uma oferta melhorada de frescos que estamos a colocar à disposição dos nossos clientes no momento em que mais necessitam”, analisa Stephan DuCharme, presidente executivo do grupo.

Espanha e Portugal mantiveram uma trajetória positiva das vendas líquidas, enquanto que a racionalização estratégica da nossa rede de lojas, com menos 7% de estabelecimentos no ano e o efeito de divisa no Brasil e Argentina, afetaram o desempenho geral das vendas líquidas do nosso grupo”.

 

Dinâmica em Portugal e Espanha

O novo modelo operativo e a otimização do sortido estão na base dos dados positivos de like-for-like e vendas líquidas, em Portugal, apesar do incremento das restrições lançadas pelo Governo relativamente ao horário de funcionamento das lojas aos fins-de-semana durante as últimas semanas de 2020, devido à pandemia de Covid-19. O serviço online cobre atualmente as cidades de Lisboa e Porto e o serviço de entregas rápidas já foi implementado em 100 lojas, principalmente através de alianças em todas as regiões onde a DIA está presente.

Em Espanha, as vendas líquidas cresceram 9%, para os 1.143,2 milhões de euros, apesar da redução de 8% no número de lojas, ao longo do ano. Numa base comparável, o aumento foi de 10%, sustentado, segundo o grupo, na melhoria do sortido e no novo “layout” de loja, “que impulsionaram significativamente a venda de frescos”.

Por seu turno, no Brasil, as vendas contraíram 33%, para os 212,9 milhões de euros, mas cresceram 6,2% em “like for like”. Já na Argentina, a queda ascendeu a 36,2%, para os 174,2 milhões de euros, e a 1,6% em termos comparáveis.

Ao entrarmos no novo ano, o nosso incansável esforço em abordar áreas de potencial melhoria em toda a cadeia operativa será reforçado pelo arranque do nosso modelo melhorado de franquia, pelo desenvolvimento das nossas capacidades online, pela expansão da nossa oferta de marca própria, assim como pelo lançamento de um interessante novo modelo de loja”, perspetiva o presidente do grupo.

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