O que acontece à origem portuguesa quando ganha escala ibérica?
Mercado

O que acontece à origem portuguesa quando ganha escala ibérica?

A expansão ibérica da Mercadona cria oportunidades para fornecedores portugueses, mas exige qualidade, regularidade, inovação e capacidade produtiva. Em 2025, a empresa afirma ter comprado 1.500 milhões de euros a produtores nacionais e investido 140 milhões em Portugal. A escala pode ampliar mercados sem apagar a origem, desde que preserve identidade, rastreabilidade, competitividade e características dos produtos.
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Conferência “A idade não se vê”, sobre proteção de menores e vendas responsáveis; 13 de outubro, 10h–12h, Lisboa
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Cartaz da conferência Grande 26 Consumo: «Consumo na era da imprevisibilidade», 4 de novembro de 2026, Taguspark, Oeiras
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Vítor Martins
Vítor Martins
diretor comercial da JCDecaux

A tecnologia ao serviço da conveniência: o novo rosto do retalho urbano

Num cenário de atenção fragmentada, a tecnologia está a transformar o retalho urbano e a forma como as marcas comunicam com os consumidores. Vítor Martins, diretor comercial da JCDecaux, analisa o papel da publicidade exterior, do digital e da conveniência na jornada de compra.
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Quando o álcool sai, o terroir fica?

A lei europeia permite, desde 2021, vinhos parcialmente desalcoolizados com indicação geográfica, mas as grandes denominações portuguesas continuam cautelosas. Enquanto Tejo, Península de Setúbal e Lisboa avançam, Douro, Vinho Verde e Alentejo ponderam se a tecnologia preserva identidade, qualidade e terroir. O mercado cresce, mas a decisão permanece sobretudo comercial e enológica.
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