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Schindler aumenta receitas globais para 9,6 mil milhões de euros em 2018

O balanço anual volta a ser bastante positivo para a Schindler, tanto ao nível dos resultados como do volume de negócios alcançado, já que, em 2018, manteve-se a tendência ascendente iniciada nos anos anteriores. A multinacional suíça voltou a crescer e a manter margens estáveis, apesar das dificuldades causadas pelo aumento dos custos com materiais, pela inflação salarial e pela pressão constante sobre os preços.

Em 2018, a Schindler conseguiu aumentar a sua carteira de encomendas em 6,2% correspondentes a mais de 10.281 milhões de euros, e as receitas aumentaram 6,9%, para mais de 9.585 milhões de euros. O lucro líquido também aumentou significativamente, em 14%, alcançando sensivelmente 888 milhões de euros.

A multinacional suíça voltou a atingir resultados anuais muito positivos, os quais, extrapolados para o sector do transporte vertical a nível mundial, assentam no aumento da procura geral no mercado de novas instalações em regiões como China, Índia, Estados Unidos e América do Sul, mas também no norte e no sul da Europa, onde o crescimento da procura se fez notar significativamente.

Os bons resultados da Schindler resultam da aposta da empresa em tecnologia de ponta e na digitalização. A Internet aplicada ao funcionamento dos elevadores e das escadas mecânicas é já uma realidade na empresa e a solução Schindler Ahead é uma referência na inovação aplicada ao transporte vertical.

Esta realidade digital não entra em conflito com as atividades mais tradicionais da Schindler, uma vez que a instalação e a manutenção de equipamentos de transporte vertical, bem como a sua reabilitação, continuam a ser as principais fontes de negócio.

Em Portugal, onde a empresa marca presença desde 1948, empregando 425 colaboradores, a faturação ascendeu a 44,1 milhões de euros, em linha com o ano anterior. Com uma carteira de cerca de 25.500 unidades instaladas ou alvo de manutenção em 2018, a Schindler interveio em edifícios de referência em áreas como centros comerciais, edifícios públicos, universidades ou urbanizações de habitação.

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