Mesmo a tempo das comemorações do Dia do Pai, a 19 de março. É desta forma que a Quinta da Chocapalha anuncia o Guarita da Chocaplha, da colheita de 2017. Um vinho que, segundo o produtor, é “uma homenagem e, ao mesmo tempo, a feliz representação de um conjunto de valores”.
A Guarita é símbolo da Quinta de Chocapalha, figurando vigilância, proteção e cuidado. Este símbolo representa um paralelismo fácil de fazer com Paulo Tavares da Silva, oficial da Marinha e patriarca da família. Antes do final da década de 80, ancorou em terra firme para criar um projeto de vinhos.
Desde a primeira colheita, em 2015, que este monocasta Alicante Bouschet serve o propósito de mostrar a veneração da família pela figura do pai de Sofia, Andrea e Sandra Tavares da Silva. A Sandra é a última a enóloga da Quinta de Chocapalha, juntamente com o enólogo residente Miguel Cavaco.
Tinto de Lisboa
O tinto de Lisboa, uma das grandes referências da casa, nasce de vinhas velhas com quase 35 anos de idade. Assim, tira partido do conhecimento, da memória e da complexidade que a terra tem para oferecer. Por ser tão raro, apenas foram produzidas 2.100 garrafas de 750 mililitros.
As uvas que o moldam foram desengaçadas previamente e a fermentação ocorreu em lagares com controlo de temperatura e prensagem suave durante sete dias. A fermentação maloláctica e o estágio foram efetuados em barricas de carvalho francês, durante 24 meses, após os quais o vinho foi engarrafado.
No copo evidencia-se a cor opaca, a densidade dos frutos negros e vermelhos no nariz, sem descurar a presença de chocolate. Além disso, volume de boca, textura sedosa e taninos de grande qualidade atribuem-lhe um final longo, como se de uma conversa demorada se tratasse. Por isso, apresenta uma enorme capacidade de envelhecimento.








