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Portugal com a tendência menos negativa no universo DIA

As vendas líquidas do Grupo DIA, no mercado português, caíram 7,9%, em 2019, para os 593,9 milhões de euros. Numa base comparável, a queda foi de 4,6%.

2019 foi um ano de grandes e inúmeros desafios para Portugal. Durante o primeiro semestre, a situação global da companhia afetou-nos significativamente e, ainda que tenhamos corrigido essa tendência, as nossas vendas caíram 4,6% como está refletido nos nossos resultados. A partir do segundo semestre, definimos bases muito importantes para o futuro de Portugal. O projeto de frescos e revisão do sortido, a preparação da transformação do modelo operativo de loja e uma nova logística de frescos permitiram-nos começar a ver uma mudança de tendência que temos de consolidar como objetivo para 2020. O compromisso de todos, franqueados, colaboradores e fornecedores, foi e será a chave para assegurar e avançar com este processo de mudança e transformação da companhia”, afirma Miguel Guinea, CEO da DIA Portugal.

Não obstante negativa, a tendência no mercado português foi, mesmo assim, melhor que a observada em todos os restantes mercados onde a DIA está presente. Em Espanha, as vendas comparáveis caíram 6,4%, arrastando a descida das vendas totais para os 8,2%. Na Argentina, a queda na mesma base de lojas foi de 10,2% e no Brasil de 8,8%. “Reconhecer a situação da companhia é o primeiro passo para mudá-la. Começámos 2020 já com os frutos do trabalho realizado e o impacto foi determinante e significativo. No futuro, estamos decididos a construir a nossa própria história de sucesso, que se baseará numa oferta de proximidade moderna, uma proposta de valor atrativa, frescura, excelência operativa, um modelo de franquia benéfico para ambas as partes e uma oferta de marca própria excecional. O caminho da DIA está hoje impulsionado por grandes profissionais conhecedores do mercado local, que darão à companhia um enfoque único. Estamos totalmente comprometidos na transformação dos nossos pilares para criar a melhor experiência para o cliente. Os nossos esforços abarcaram não só a melhoria e otimização em todas as áreas críticas, mas também outros pontos importantes, como alargar as melhores práticas a todo o grupo e implementar controlos financeiros integrais. O processo de transformação da DIA fortalece-se todos os dias”, sublinha Karl-Heinz Holland, CEO do Grupo DIA.

Durante o ano de 2019, a companhia enfrentou um contexto empresarial, financeiro e corporativo altamente complicado e volátil que, apesar de ter melhorado significativamente a meados do ano, teve um impacto negativo e considerável sobre o negócio que afetou todas as operações. As vendas líquidas da DIA desceram 9,3%, para os 6.870 milhões de euros, menos 2,2% em moeda local. As vendas comparáveis diminuíram 7,6%, impulsionadas por menos 0,7% no número de tickets e por uma redução de 7% na cesta média.

O EBITDA ajustado sem excecionais alcançou os 34,1 milhões de euros, o que compara com os 376 milhões de euros do ano anterior. A dívida financeira líquida (excluindo o impacto da IFRS16), no final de 2019, era de 1.320 milhões de euros, o que significa uma descida de 133,8 milhões de euros a nível anual. A 31 de dezembro de 2019, a companhia contava com 420 milhões de euros de liquidez disponível.

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