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Minipreço aposta em mini histórias de Natal

O Grupo DIA Portugal, que opera as insígnias Minipreço e Clarel, apresenta a sua nova campanha de Natal que desafiou os portugueses, de norte a sul, a partilharem, mini histórias da quadra mais especial do ano.

Para o efeito, um camião totalmente decorado com as “Mini Histórias de Natal do Minipreço” percorreu Portugal de norte a sul, oferecendo uma sala totalmente decorada com os mais tradicionais elementos natalícios, num ambiente acolhedor em consonância com o espírito da quadra. E foi neste ambiente único que a marca desafiou os portugueses a entrar e a partilharem as suas histórias mais marcantes do Natal. Os cheiros, os sabores, as pessoas, os sítios e as ambiências que, para sempre, ficaram no imaginário de cada um. “O Minipreço é uma marca de proximidade, segmento onde somos líderes. Desta forma, decidimos surpreender os portugueses com uma sala inesperada, tornando esta quadra mágica num movimento de partilha de histórias sobre o Natal”, diz Ricardo Torres Assunção, diretor de Publicidade e Comunicação da DIA Portugal. “Mais do que falar do Natal, quisemos que o Natal falasse por nós e nos avivasse a memória de dias e momentos tão especiais que transportamos sempre connosco e que ganham nova dimensão nesta época do ano. Esta sala esteve noPorto e em Lisboa e recolheu testemunhos reais de pessoas de todas as faixas etárias e estratos socioeconómicos que recordaram as histórias, tradições, memórias felizes e tristes e os cheiros do Natal. A extraordinária adesão que tivemos faz-nos acreditar que esta partilha de mini histórias será um momento, também ele, muito especial da quadra deste ano”, conclui.

As mini histórias de Natal serão partilhadas num website criado para o efeito em minihistoriasdenatal.pt, com novos conteúdos todas as semanas. A primeira história já está disponível e é-nos contada por Maria Ribeiro Pinheiro, natural de Amarante. Guarda ainda, aos 88 anos, o olhar traquina de criança. Foi costureira da fina flor da sociedade portuense e é a mais velha de sete irmãs. Recorda o Natal pobre com os pais, que ainda hoje representa para si “uma festa muito querida onde nunca faltou o amor”. Tinha já 20 e pouco anos, quando a mãe, pela primeira vez, teve possibilidade de colocar um presentinho nos sapatinhos no fogão. É, neste desfiar de memórias, que nos conta a peripécia da aletria. Uma das iguarias tradicionais no Natal da região do Porto, que Maria confessa gostar tanto, que num Natal, enquanto “catraia” apanhou uma “barrigada” tão grande que nunca mais esqueceu.

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