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Higiene impulsiona vendas da P&G

Foto Shutterstock

As vendas da Procter & Gamble (P&G) atingiram os 15.025 milhões de euros, no seu trimestre fiscal, terminado no final de março, mais 5% que no mesmo período de 2020, catalisadas pela higiene e produtos de limpeza do lar e pela beleza, que está em recuperação.

O lucro líquido da empresa cresceu dois dígitos, concretamente 12%, para os 2.712 milhões de euros.

Os resultados positivos foram impulsionados pelo crescimento desproporcionado do segmento alto na limpeza do lar, higiene oral e pequenos eletrodomésticos na América do Norte e na China”, indica a empresa.

 

Recuperação da beleza

O negócio de beleza evoluiu 7%, em termos orgânicos, numa altura em que os consumidores começaram a comprar novamente produtos de cuidados do rosto e, na China, cresceram as vendas do cuidado capilar. Por sua vez, o negócio da saúde aumentou 3%, catalisado pela higiene oral que compensou a queda nos produtos para a gripe, uma vez que, devido às medidas de distanciamento social, a época da gripe foi, este ano, mais fraca. Já o segmento de grooming cresceu 4%, com uma subida de 20% nas receitas de máquinas e de lâminas de barbear.

Os produtos de cuidados para bebés, femininos e para a família foram o único segmento onde as vendas orgânicas caíram

Neste trimestre, as vendas online da P&G cresceram 50%, com o e-commerce a representar já 14% do total das vendas.

Face a estes resultados, a P&G mantém as suas projeções de crescimento das vendas entre 5% e 6% e dos lucros entre 8% e 10%, para a totalidade do exercício.

 

Aumento de preços

A multinacional norte-americana indicou ainda que espera elevar os seus custos com matérias primas e transporte, pelo que começou a aumentar os preços dos produtos para bebés, de cuidado feminino e de incontinência para adultos nos Estados Unidos.

Os aumentos irão variar consoante a marca e começar a ser refletidos em setembro.

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