A China foi o principal fornecedor de bens da União Europeia (UE) no segundo trimestre de 2026, com vendas de 153,6 mil milhões de euros, o equivalente a 21,9% do total das importações comunitárias. O trimestre ficou ainda marcado pelo primeiro défice comercial da UE desde 2023.
Os Estados Unidos surgem em segundo lugar, com 98,7 mil milhões de euros (14,1%), seguidos pelo Reino Unido, com 43,4 mil milhões (6,2%), pela Suíça, com 36,9 mil milhões (5,3%), e pela Turquia, com 25,5 mil milhões (3,6%).
Face ao segundo trimestre de 2025, as importações provenientes dos Estados Unidos cresceram 11,5%. Também aumentaram as compras ao Reino Unido (+8,8%), à China (+7,9%) e à Suíça (+2,1%). As importações provenientes da Turquia recuaram 0,6%.
Nos destinos das exportações europeias, os Estados Unidos mantiveram a liderança, com 127,7 mil milhões de euros, correspondentes a 18,8% das exportações da UE.
O Reino Unido foi o segundo principal destino, com 92,7 mil milhões de euros (13,6%), seguido da Suíça, com 60,5 mil milhões (8,9%), da China, com 50,3 mil milhões (7,4%), e da Turquia, com 27,3 mil milhões (4,0%).
As exportações para a Suíça registaram o maior crescimento homólogo, de 16,1%, enquanto as vendas para o Reino Unido aumentaram 5,6% e para a China 2,8%. Em sentido contrário, as exportações para os Estados Unidos diminuíram 5,6% e para a Turquia 4,9%.








