As transações transfronteiriças com cartões Visa nas cidades anfitriãs do FIFA World Cup 2026™ aumentaram quase 20% face ao período homólogo durante o torneio, segundo dados divulgados pela Visa.
A empresa indica que o evento impulsionou os gastos em setores como restauração, transportes, alojamento, retalho e entretenimento, refletindo o aumento das viagens internacionais e da atividade comercial nas cidades que receberam jogos.
Um torneio de “economias pop-up”
Os adeptos da Colômbia, Porto Rico, Reino Unido, Argentina e Brasil geraram os níveis mais elevados de gastos transfronteiriços nas cidades anfitriãs. Santa Clara/San Jose, Boston e Miami registaram os maiores aumentos em gastos presenciais entre os titulares de cartões internacionais e nacionais.
Os consumidores gastaram mais em transportes e entretenimento, levando a um impacto direto deste tipo de turismo na economia local.
As transações contactless (tap to pay) aumentaram quase 12%, o que é indicativo da preferência dos adeptos por experiências de pagamento rápidas, seguras e integradas enquanto nas suas viagens.
Equador vs. Curaçau e Colômbia vs. Gana, ambos em Kansas City, e Croácia vs. Gana, em Filadélfia, foram exemplos de jogos que geraram o maior aumento homólogo, e que criaram picos significativos de gastos antes, durante e após o apito inicial.
“O conceito de economias temporárias mostra como grandes eventos culturais e desportivos podem gerar atividade económica muito para além dos estádios, com impacto em setores como a restauração, os transportes, o comércio e o turismo. Para Portugal, que vai acolher o FIFA World Cup 2030™ em conjunto com Espanha e Marrocos, esta leitura é particularmente relevante. A experiência de 2026 mostra a importância de preparar os mercados locais para responder a fluxos internacionais de visitantes e de garantir experiências de pagamento simples, rápidas e seguras. Através da sua rede global, a Visa atua como um facilitador que liga turistas, comerciantes e comunidades, ajudando também as pequenas empresas a beneficiar destes momentos de maior procura”, afirmou Rita Mendes Coelho, country-manager da Visa em Portugal.
Impacto económico além do estádio
Embora os jogos tenham decorrido dentro dos estádios, o impacto económico sentiu-se nas comunidades locais. Restaurantes, bares, zonas comerciais, hotéis, sistemas de transportes públicos e locais de entretenimento registaram um aumento nos níveis de atividade quando os adeptos se reuniam para os jogos e circulavam pelas cidades que os acolhiam.
Várias cidades registaram aumentos relevantes em áreas específicas:
- Boston teve o maior crescimento homólogo nas transações na restauração, reflexo das celebrações dos adeptos em bares e restaurantes locais.
- Guadalajara registou o maior crescimento nos gastos com transportes, visível sobretudo através das deslocações para o estádio.
- Atlanta registou um aumento da atividade no entretenimento associados às celebrações de adeptos e a eventos culturais, enquanto a cidade de Nova Iorque registou um aumento de gastos no retalho.
A Visa destaca também a campanha da Noruega até aos quartos de final como um dos fatores que impulsionou a atividade de pagamentos. No país, o volume de transações Visa quase duplicou durante os jogos da seleção, enquanto os gastos aumentaram em mais de 60 países nos dias em que a equipa entrou em campo.








