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Sector alimentar contra o Hard Brexit

Um grupo de instituições e negócios alimentares publicou uma carta no The Times onde adverte para os perigos do chamado Hard Brexit para o sistema alimentar britânico.

A carta, assinada pelos principais sindicatos agrícolas, fabricantes, como a Arla, Muller e Weetabix, entre outras, e por várias cadeias de retalho, incluindo Marks & Spencer e Morrisons, num total de 71 negócios, alerta para os riscos para a agricultura e oferta alimentar caso o Governo de Theresa May opte pela saída do mercado único.

Estas organizações, com uma faturação conjunta de 92 mil milhões de libras ao ano, pedem a manutenção no mercado único, dado o volume de produtos que é importado da União Europeia, assim como o facto desta ser o principal mercado externo da indústria alimentar britânica.

Outra reivindicação é a manutenção das atuais condições do mercado laboral, uma vez que a agricultura, a indústria e o comércio necessitam de conseguir contratar mão de obra continuamente, algo que tem sido conseguido graças aos cidadãos dos novos países da União Europeia.

O sector agrícola, particularmente, adverte que não poderia cultivar vários produtos, incluindo os morangos, com a rentabilidade atual caso não possa recorrer a esta força de trabalho.

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