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Portugueses gastaram mais em comércio eletrónico doméstico

Foto Shutterstock

Os portugueses continuam a privilegiar as compras online em sites internacionais, mesmo num ano marcado pela pandemia de Covid-19, em que se apelou ao consumo interno para fazer face à crise económica subsequente.

Segundo dados revelados pela Revolut, compilados entre 1 de março e 31 de dezembro de 2020, os utilizadores portugueses gastaram mais do triplo em sites de comércio eletrónico internacionais, quando comparando os valores gastos em sites domésticos.

Apesar disso, o comércio eletrónico em páginas portuguesas registou um incremento substancial, com os utilizadores a gastarem três vezes mais em marcas nacionais, quando comparado com igual período do ano anterior.

Só nos últimos três meses do ano, que englobaram os gastos na Black Friday, Cyber Monday e o período de compras para o Natal, as marcas nas quais os utilizadores portugueses da Revolut fizeram as suas compras foram a Amazon, o Aliexpress, a Apple, a Zara e o Ebay.

 

Viagens caem a pique

Sem surpresa, o impacto da pandemia de Covid-19 e as restrições à circulação afetaram substancialmente as viagens para fora do país. Registou-se uma quebra de quase 58% no número de utilizadores portugueses a viajar neste período de 2020, face a igual período do ano anterior.

A redução drástica do número de viajantes impactou também negativamente o valor gasto no estrangeiro, registando-se uma quebra de 67% nos valores gastos além fronteiras.

Sem planos de viagens e face à incerteza que se perspetiva para este ano, os portugueses conseguiram armazenar algum dinheiro nos Cofres da Revolut, tendo, a 31 de dezembro, o dobro do valor que tinham posto de parte a 1 de março.

 

Pagamentos “contactless” crescem

Os utilizadores portugueses também aderiram a formas mais seguras para fazer os seus pagamentos. Em março, os pagamentos com cartões Revolut “contactless” rondavam os 53%. Em dezembro, a percentagem de pagamentos feitos com a tecnologia “contactless” ultrapassou os 77%, com os remanescentes 23% a serem feitos em operações de chip/PIN.

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