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Nestlé com ligeira subida das vendas

A Nestlé concluiu o exercício de 2017 com um volume de negócios de 77.950 euros, mais 0,4% que no ano anterior e 2,4% em termos orgânicos.

A multinacional suíça destaca que os desinvestimentos tiveram um impacto negativo de 1,9%, principalmente devido à criação da joint venture Froneri. “O nosso crescimento orgânico esteve dentro do previsto, sobretudo pelo fraco desenvolvimento das vendas no final do ano”, reconhece Mark Schneider, CEO da empresa.

O aumento das vendas na Europa e na Ásia foi, segundo o gestor, acalentador, ao passo que a América do Norte e o Brasil continuam mergulhados num ambiente difícil. Assim, na região da Europa, Médio Oriente e Norte de África, a Nestlé registou um volume de negócios de 14.287 milhões de euros. Na região da América, por seu turno, a faturação alcançou os 24.741 milhões de euros, o que representa um aumento de 1,2% e de 0,9% em termos absolutos e orgânicos, respetivamente. Na Ásia, Oceânia e África subsariana, as vendas aumentaram 2%, para os 14.027 milhões de euros, enquanto em termos orgânicos o crescimento foi de 4,7%.

Por áreas de negócio, as vendas da divisão de águas evoluíram 0,2%, para os 6.927 milhões de euros, ao passo que a nutrição faturou 0,5% mais, atingindo os 9.005 milhões de euros. Os outros negócios, incluindo a Nespresso e a nutrição médica, elevaram as suas vendas em 5%, para os 8.832 milhões de euros.

Em 2017, os lucros líquidos da Nestlé atingiram os 6.234 milhões de euros, menos 15,8% que no ano anterior.

Para este ano, a fabricante helvética prevê um crescimento das vendas entre 2% e 4% e custos de reestruturação a rondar os 606 milhões de euros. A reforma fiscal norte-americana, que reduz os impostos das sociedades dos 35% para os 21%, deverá significar uma redução dos gastos em 260 milhões de euros ao ano.

Além disso, a Nestlé está a estudar outras opções estratégicas, incluindo a potencial venda do seu negócio de seguros de vida Gerber.

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