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Metade das vendas da C&A terá origem no online

Foto D/Shutterstock

Até 2025, a C&A quer que, pelo menos, metade das suas vendas venha do e-commerce. A CEO Giny Boer também espera chegar a mais jovens, focando-se mais intensamente no canal online.

Atualmente, o canal online representa cerca de um quinto das vendas totais da cadeia de moda. Essa proporção deve, portanto, mais do que duplicar em menos de cinco anos. No entanto, a CEO já está satisfeita com os progressos substanciais da empresa desde que assumiu o comando da C&A Europa, há cerca de um ano e meio, vinda da IKEA. Durante este período, as vendas online já duplicaram, principalmente graças à implementação de um segundo centro de distribuição em Poznan. O retalhista vai abrir um terceiro armazém em Kamen, dentro de seis meses, o que permitirá acelerar os prazos de entrega, disse numa entrevista ao jornal alemão Handelsblatt.

 

Atrair os jovens

O foco no online também ajudará a atrair as gerações mais jovens. “A maioria das pessoas só nos conhece das lojas, mas têm que nos conhecer online“, afirmou.

A parceria com a Zalando, com a qual a gestora está “muito satisfeita“, também se enquadra neste âmbito. Tudo isto deverá ajudar a gerar metade do volume de negócios através do canal online até 2025, o mais tardar.

Há um mês e meio, a cadeia de moda indicou que teria de se modernizar e isso poderia custar postos de trabalho. “Na nossa organização, há demasiados níveis hierárquicos e demasiada burocracia“, comentou Giny Boer sobre o assunto. “Temos de nos tornar mais simplificados, mais magros e mais ágeis para sobreviver“.

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