in ,

Lucros da PepsiCo crescem 148%

Foto David Kasza/Shutterstock

A fabricante de snacks e bebidas PepsiCo faturou 16.200 milhões de dólares, cerca de 15.175 milhões de euros, no seu primeiro trimestre fiscal, terminado a 19 de março, o que representa um aumento de 9,3% face ao mesmo período do ano anterior (13,7% em termos orgânicos).

Da mesma forma, o resultado líquido disparou 148% para 4.261 milhões de dólares, cerca de 3.991 milhões de euros, face ao valor obtido no período homólogo.

 

Categorias de crescimento

Os resultados refletem a nossa presença nas categorias de crescimento global e os investimentos que fizemos para nos tornarmos uma empresa rápida e ainda mais forte“, afirma o presidente e CEO da PepsiCo, Ramon Laguarta, acrescentando que também houve reflexos da inflação.

As vendas de snacks na América do Norte foram de 4.839 milhões de dólares (4.533 milhões de euros), mais 14,2%, enquanto as de refrigerantes totalizara, 5.353 milhões de dólares (5.014 milhões de euros), o que representa um aumento homólogo de 5,5%. Além disso, o volume de negócios na América do Norte da subsidiária Quaker Foods, especializada em cereais, cresceu 10,3%, para 713 milhões de dólares (668 milhões de euros).

Na Europa, a atividade da PepsiCo gerou receitas de 1.797 milhões de euros (1.683 milhões de euros), num aumento de 0,1%, enquanto na América Latina as vendas aumentaram 18,6%, totalizando 1.474 milhões de dólares (1.381 milhões de euros).

Por outro lado, os negócios da empresa na Ásia-Pacífico, Austrália e Nova Zelândia faturaram 1.020 milhões de dólares (955 milhões de euros), mais 8%, enquanto em África, Médio Oriente e sudeste asiático as vendas melhoraram 13,7%, para 1.004 milhões de dólares (940 milhões de euros).

 

Perspetivas

A empresa espera um crescimento orgânico da receita de 8%, para o ano inteiro, melhorando as previsões anteriores, que apontavam para um aumento em 6%.

Publicidade

Nicola D'Elia

Nicola D’Elia é o novo CEO em Portugal, Espanha e Itália da Mondial Relay

Unilever

Unilever deixa de anunciar alimentos e bebidas a menores de 16 anos