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Lucros da Jerónimo Martins crescem 19%

Os lucros líquidos da Jerónimo Martins cresceram 19% para os 77 milhões de euros, no primeiro trimestre.

O grupo retalhista português destaca o “forte desempenho operacional” de todas as áreas de negócio, que permitiu o crescimento das vendas consolidadas, do EBITDA e dos lucros, não obstante o contexto “muito competitivo e de baixa inflação alimentar”, tanto na Polónia como em Portugal. “Os resultados do primeiro trimestre refletem um arranque forte do ano e confirmam a dinâmica de “like for like” (LFL) na Polónia e em Portugal. A Biedronka manteve-se firmemente comprometida com o seu novo ciclo de crescimento. O foco renovado na eficiência tem permitido à companhia crescer as vendas e a rentabilidade, enquanto reforça o seu posicionamento competitivo. Em Portugal, apesar do contexto concorrencial estar ainda mais intenso do que no ano passado, o Pingo Doce e o Recheio apresentaram um sólido crescimento. Na Colômbia, onde se abriram oito lojas no trimestre, as duas regiões mantiveram um bom desempenho, o que valida o nosso plano para abrir a terceira região no segundo semestre do ano. O desempenho nos primeiros três meses do ano reforça a minha confiança na força e na eficácia das propostas de valor e na capacidade dos nossos negócios continuarem a superar o desempenho dos respetivos mercados”, comenta Pedro Soares dos Santos, administrador-delegado e presidente do Conselho de Administração da Jerónimo Martins.

No trimestre, o investimento do Grupo foi de 83 milhões de euros e a dívida líquida cifrou-se nos 211 milhões de euros, com um “gearing” de 12,7%.

As vendas consolidadas atingiram os 3.376 milhões de euros, crescendo 5,9% em termos homólogos. Excluindo o impacto cambial negativo, o aumento foi de 9,3%. Na Polónia e em Portugal, as vendas de retalho alimentar continuaram a ser impulsionadas pela atividade promocional. Em 13 semanas, o Pingo Doce lançou 49 folhetos, por exemplo.

As vendas da Biedronka cresceram 9,3%. Numa base comparável, o crescimento foi de 7,6%. As vendas em euros cresceram 5,1%, resultado da desvalorização do zloty, atingindo os 2.282 milhões de euros. A insígnia abriu, neste trimestre, 26 lojas.

Já o Pingo Doce manteve um bom crescimento dos volumes, que mais que compensou a deflação alimentar e impulsionou as vendas. Estas cresceram 6,2% no trimestre (2,1% numa base comparável excluindo os combustíveis), atingindo os 817 milhões de euros. No início do ano, o Pingo Doce abriu a loja número 400 em Sátão, no distrito de Viseu, que é a 14.ª em regime de gestão por terceiros. Paralelamente, neste trimestre, foram lançados 60 novos produtos de marca própria, incluindo natas sem lactose, atum dos Açores em conserva, iogurte líquido grego açucarado e novos aromas de cápsulas de café. No ano em que celebra 25 anos, a marca própria do Pingo Doce continua a ser um dos pilares estratégicos, representando 34% das vendas, excluindo perecíveis especializados.

No Recheio, o crescimento numa base comparável foi de 3,8%. Foram lançados 24 novos produtos de marca própria, que representam 21% das vendas, excluindo perecíveis especializados. A rede Amanhecer ultrapassou as 250 lojas aderentes.

A Ara atingiu vendas de 48 milhões de euros. Foram abertas oito lojas e está a ser concluída a construção do terceiro centro de distribuição na Colômbia, com abertura prevista até ao final do ano. A entrada em Bogotá está prevista para o segundo semestre.

Finalmente, a Hebe faturou 27 milhões de euros. Presente em 63 cidades e localidades na Polónia, a cadeia de bem-estar e beleza terminou o primeiro trimestre com 135 lojas visitadas diariamente por cerca de 28 mil pessoas.

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