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Vendas da Jerónimo Martins crescem 3,5%

Pingo Doce com queda de 1,9%

As vendas consolidadas da Jerónimo Martins cresceram, em 2020, 3,5% (6,7% a taxas de câmbio constantes, e 3,5% numa base comparável) face ao ano anterior, para os 19,3 mil milhões de euros, de acordo com o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) com os dados preliminares.

No referido documento, a Jerónimo Martins indica que 2020 fechou “com um forte desempenho marcado por uma ação mais do que nunca focada nas necessidades do consumidor, num contexto particularmente difícil”.

No quarto trimestre, as vendas do grupo atingiram os 5,1 mil milhões de euros, 2,4% acima do ano anterior (6,8% a taxas de câmbio constantes), com um crescimento “like for like” de 3,5%.

 

Pingo Doce com queda de 1,9%

No ano passado, as vendas do Pingo Doce recuaram 1,9%, totalizando 3.869 milhões de euros, com um “like for like” (excluindo combustíveis) de -2,2%. Maior queda foi registada pelo Recheio, cerca de 15,9%, para os 847 milhões de euros.

No último trimestre, apesar do reforço das medidas restritivas no contexto da gestão da pandemia, nomeadamente, com a imposição do recolher obrigatório às 13 horas dos sábados e domingos e a imposição de encerramento dos estabelecimentos com mais de 200 metros quadrados, a Jerónimo Martins indica que o Pingo Doce conseguiu estar sensivelmente em linha com o período homólogo de 2019, com um “like for like” de -2%. O Recheio, por seu turno, registou mais um trimestre afetado pela ausência de atividade turística, a que acresceu o impacto na restauração das restrições ao fim de semana. As vendas caíram 16,7%, com um “like for like” de -16,7%.

 

Crescimento a dois dígitos em moeda local

Na Polónia, na totalidade do exercício, as vendas da Biedronka cresceram 6,7% (10,4% em moeda local), para os 13.465 milhões de euros, mas as da Hebe contraíram 5,4% (-2,2% em moeda local), para os 245 milhões de euros.

No quarto trimestre, com a implementação de novas medidas de restrição, houve um impacto nas vendas de impulso, mas originaram-se também alguns fatores de mitigação, nomeadamente, com o aumento das refeições em casa, devido ao encerramento das escolas. As vendas da Biedronka cresceram 5,1% (10,4% em moeda local), para os 3,6 mil milhões de euros, com um “like for like” de 6,9%. Por seu turno, a Hebe ressentiu-se do encerramento, em novembro e nos últimos dias de dezembro, dos centros comerciais, onde tem quase metade das suas lojas. As vendas caíram 18% (-13,9% em moeda local), com o “like for like” a fixar-se em -12,5%.

Já na Colômbia, as vendas da Ara aumentaram 8,9% (24,4% em moeda local), para os 854 milhões de euros, com um “like for like” de 10,2%.

No quarto trimestre, após o levantamento, no decurso de setembro, das regras de confinamento, a Ara viu o seu “like for like” reagir. As vendas cresceram 6,5% (22,7% em moeda local), com um “like for like” de 11,1%.

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