A Centromarca lançou a oitava edição do prémio “Jornalismo que Marca”. A iniciativa visa reconhecer o melhor jornalismo produzido em Portugal sobre o universo das marcas e o seu papel na economia e na sociedade.
Com um valor de 2.500 euros, o prémio destina-se a jornalistas com carteira profissional e abrange trabalhos individuais ou coletivos publicados ao longo de 2025 em órgãos de comunicação social ativos no país. São aceites candidaturas em qualquer formato (imprensa, rádio, televisão ou digital), desde que abordem temas relacionados com marcas, mercado ou comportamento do consumidor. As candidaturas estão abertas até 1 de maio, sendo o vencedor anunciado até 3 de junho.
Segundo Pedro Pimentel, a iniciativa pretende valorizar o contributo do jornalismo na compreensão do papel das marcas. “Num contexto cada vez mais complexo e desafiante, o jornalismo de qualidade continua a ser fundamental para informar, contextualizar e esclarecer os consumidores”, afirma.
O júri desta edição integra representantes de várias entidades de referência, como o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, a Direção-Geral do Consumidor, a Direção-Geral da Economia, entre outras organizações ligadas à comunicação, publicidade e defesa do consumidor.
A presidência do júri ficará a cargo de Ricardo Miranda, que destaca a relevância do olhar jornalístico sobre o impacto das marcas. “O bom jornalismo consegue ir além da superfície e revelar essas histórias com contexto, rigor e sentido crítico”.
As candidaturas podem ser submetidas por e-mail para premioJQM@centromarca.pt. O regulamento completo e a ficha de inscrição estão disponíveis online em
https://www.centromarca.pt/folder/conteudo/4572_Regulamento_PJQM_2026.docx e https://www.centromarca.pt/folder/conteudo/4573_Ficha_Inscricao_PJQM.pdf
Na última edição, em 2025, a jornalista Sónia Calheiros foi distinguida pela reportagem “Viver 120 anos (com boa saúde)”, publicada na revista Visão.








