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Associação de marcas quer legislação para evitar cópias dos produtos de marca de fabricante

A Promarca, associação que congrega os interesses das marcas no país vizinho, quer que se crie legislação para evitar que as empresas de distribuição copiem os produtos de marca de fabricante. “Não queremos nomear nenhuma cadeia, mas estas práticas existem”, denuncia Ignacio Larracoechea, presidente da associação.

O responsável indica que demora seis a nove meses até que as cadeias copiem os novos produtos lançados pelos fabricantes. “Não há cláusulas nos contratos para evitar as cópias”, nota. “Pode debater-se se as marcas podem ter algum tipo de proteção por direitos de autor, porque há zero proteção aos produtos inovadores. Por lei, deveria de haver uma espécie de proteção mínima”.

Ignacio Larracoechea refere que os fabricantes devem sempre informar a distribuição sobre os seus novos lançamentos antes destes chegarem ao mercado, o que pode representar uma desproteção para as marcas. O presidente da Promarca indica que há casos em que os retalhistas decidem não vender um determinado produto nas suas lojas e questiona se não será uma estratégia paras que os fabricantes não tenham uma vantagem competitiva.

Para além das cópias, a associação denuncia outras discriminações às marcas em termos de espaço e margens.

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