A Microsoft nomeou Ana Maria Lopes como nova diretora-geral da Microsoft Portugal, com efeitos a partir de 1 de setembro de 2026. Sucede a Andrés Ortolá, que liderou a operação portuguesa entre 2022 e julho de 2026.
A nomeação ocorre no início do novo ano fiscal da Microsoft e acompanha a evolução da organização da empresa na Europa. Ana Maria Lopes reportará diretamente a Charles Calestroupat, presidente da Microsoft South Europe, e ficará responsável pela estratégia da Microsoft em Portugal, pela relação com clientes, parceiros e entidades públicas e privadas, e pela promoção da adoção responsável da Inteligência Artificial.
Com uma carreira construída na Microsoft, Ana Maria Lopes liderava, até agora, a área de Modernization and Third-Party Sales Solutions para a região EMEA, apoiando organizações na modernização das suas plataformas tecnológicas. Desempenhou também funções de liderança global na definição e execução da estratégia de vendas de soluções de Data Modernization, na modernização de soluções Oracle para Microsoft Azure e como responsável pela Área de Data&AI da região da Europa Ocidental.
Ana Maria Lopes “conhece profundamente o mercado português“, reforça a tecnológica em comunicado, tendo anteriormente liderado as áreas de Small, Medium & Corporate e Enterprise Commercial da Microsoft Portugal, onde contribuiu para o crescimento do negócio e para o reforço da relação com grandes organizações nacionais.
Licenciada em Engenharia Química pelo Instituto Superior Técnico, Ana Maria Lopes torna-se a terceira mulher a liderar a operação da Microsoft em Portugal.
35 anos de atividade em Portugal
A Microsoft está presente em Portugal desde 1990 e conta atualmente com mais de 1.500 colaboradores e cerca de 4.000 parceiros.
Segundo o mais recente Estudo de Impacto Económico e Social do Ecossistema Microsoft em Portugal, realizado pela EY, o ecossistema da empresa gera anualmente 7,3 mil milhões de euros de valor económico, equivalente a cerca de 2,5% do PIB nacional, e é responsável por aproximadamente 35 mil postos de trabalho. Por cada euro de receita gerado pela Microsoft em Portugal, a rede de parceiros gera 9,6 euros adicionais de faturação na economia nacional.
A empresa tem reforçado o investimento em competências digitais, Inteligência Artificial e infraestrutura tecnológica. Entre os projetos anunciados está uma infraestrutura de capacidade computacional para IA em Sines, apresentada pela Microsoft como um dos maiores projetos europeus nesta área.
“É uma enorme honra assumir a liderança da Microsoft Portugal e abraçar esta nova responsabilidade”, afirma Ana Maria Lopes. “Estamos num momento decisivo para a Microsoft e para Portugal, à medida que a Inteligência Artificial cria oportunidades sem precedentes para organizações e pessoas. Em conjunto com os nossos clientes, parceiros, Governo, academia e restante ecossistema, podemos acelerar a adoção da IA, reforçar a competitividade do país e gerar um impacto duradouro na economia e na sociedade portuguesas”.








