Três garrafas de vinho Clos de Santar Paço dos Cunhas Dão acompanhadas de caixa premium em madeira, destacando a gama exclusiva da Paço dos Cunhas de Santar

Paço dos Cunhas entra em novo segmento de vinhos

A Paço dos Cunhas, produtor do Dão cuja história remonta a 1609, anuncia a entrada num novo segmento de mercado. E fá-lo com apresentação ao mercado do tinto Clos de Santar 2020, lançado apenas em anos em que a marca considere que não estão reunidas as condições para uma edição de Vinha do Contador, o seu vinho de assinatura.

Na apresentação desta novidade – que teve momentos em Lisboa, no Porto e em Santar – o diretor comercial e de marketing, Miguel Rodrigues, enquadrou que vem dar resposta a um novo segmento de mercado. Desse modo, permite reforçar o posicionamento da Paços dos Cunhas.

“Da enologia para o mercado”

Como sintetizou o enólogo Paulo Prior, “Clos nasce da enologia para o mercado”. Nascido, pois, de uvas provenientes da vinha do Contador, adota o termo francês clos, pelas semelhanças de território. Afinal, trata-se de um termo usado principalmente em regiões como Borgonha e Champagne para designar um vinhedo cercado por muros, geralmente de pedra. O que acontece precisamente na vinha de onde é proveniente, localizada em plena vila de Santar e murada em toda a sua extensão.

Esses muros são transpostos para a identidade visual do vinho. O rótulo segue o grafismo dos topos de gama, mantendo a simplicidade, mas com as linhas dos muros a marcarem presença discreta.

Assinado pelo enólogo Paulo Prior, o mesmo dos Vinhas do Contador, é um blend de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Alfrocheiro. Estagiou 24 meses em barrica de carvalho francês, 50% novas e 50% de segundo uso. Engarrafado em maio de 2024, este tinto apresenta-se límpido, com uma cor rubi profunda de grande intensidade. O aroma é complexo, com notórios frutos de bosque bem maduros, ligeiras notas de madeira e de alecrim. São 4.662 garrafas de 75 centilitros.

Vinha do Contador

Este primeiro Clos de Santar chega ao mercado ao mesmo tempo de duas novas colheitas de Paço dos Cunhas Vinha do Contador: Branco Nobre 2017 e Tinto 2015.

Com uma edição limitada e numerada de 4.500 garrafas, o branco recebeu a distinção Nobre. A classificação resulta da análise de uma câmara de especialistas e que atribuída por consenso. No total, apenas 13 vinhos do Dão possuem esta designação, dois deles do Paço dos Cunhas – o primeiro da colheita de 2015 e agora este.

É um blend de Encruzado, de Malvasia Fina e de Cerceal. Estagiou por 18 meses em barricas de carvalho francês, sendo 50% novas e de diferentes tanoarias e tostas, e 50% de segundo uso.  

O seu lançamento assinala, igualmente, a estreia do formato de 1,5 litros, estando disponíveis 166 garrafas. Uma novidade que se estende ao Vinha do Contador Tinto 2015, de que foram feitas 60 garrafas de 1,5 litros, a juntar às 2250 de 75 centilitros.

Este tinto passou por um estágio de 24 meses em barricas de carvalho francês de tosta fraca, metade novas e metade de segundo uso. Touriga Nacional, Tinta Roriz e Alfrocheiro são as castas que entram na sua composição.

Sobre os Vinha do Contador, Paulo Prior, que está no seu produtor desde 2024, afirma que “são vinhos de exceção, produzidos apenas em anos extraordinários”. São “pensados para durar” e “traduzem a ambição da Paço dos Cunhas em criar vinhos únicos, fiéis ao Dão, onde a origem, o tempo e a precisão definem o seu carácter e longevidade”.

Com distribuição pela Vinalda, podem ser encontrados em restaurantes, garrafeiras e lojas especializadas, em todo o país, e ainda em lojas online.

Cartaz da conferência Grande Consumo: “Consumo na Era da Imprevisibilidade”, 4 de novembro de 2026, Taguspark, Oeiras
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