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Portugueses procuram pagamentos a prestações

Os pagamentos a prestações são cada vez mais procurados pelos portugueses. Os meses de agosto e setembro representam uma fase de gastos acrescidos, marcada pelos períodos de férias e de regresso às aulas. Neste contexto económico, a disponibilização de formas de pagamento flexível é determinante para a competitividade do comércio.

Estas exigências, que já eram usuais no comércio tradicional, estão agora muito presentes no comércio eletrónico. “Tivemos que abrir os pagamentos a prestações, garantir entregas no próprio dia e manter constantes a chegada de novos produtos originais e personalizáveis, para continuarmos competitivos”, explica Maria Amélia Teixeira, gestora da plataforma de e-commerce Insania. “As grandes compras, como o material escolar, ou tecnologia, revelam-se frequentemente inacessíveis, a menos que as prestações sejam possíveis”, conclui a gestora.

 

Resposta híbrida

Para além do investimento em processos e procedimentos, as plataformas de e-commerce estão a aproximar-se das filosofias do comércio tradicional para garantirem uma resposta híbrida às tendências de mercado. Num mundo globalizado, os comerciantes sentem a necessidade de se aproximarem dos seus nichos de mercado e desenvolverem soluções “tailor made”.

Embora o e-commerce represente uma larga fatia das vendas comerciais e que a pandemia veio acentuar, torna-se cada vez mais evidente que é necessário ter em conta nuances das relações humanas.

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