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OMS alerta para rutura das cadeias de abastecimento

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu esta terça-feira, dia 28 de abril, uma maior capacidade para certas rotas aéreas com o objetivo de aumentar os envios de testes de diagnóstico e equipamentos de proteção a áreas onde a Covid-19 está a expandir-se, nomeadamente América Latina e África.

Se a proteção e o material não chegarem a estas regiões do mundo, alerta a OMS, o custo de vidas humanas poderá ser muito maior e as cadeias de abastecimentos alimentares ficarão em perigo em metade do mundo.

Paul Molinaro, responsável pelas operações de apoio e logística da OMS, assegura que os envios mundiais de vacinas foram interrompidos em abril e que, se a situação se mantiver até maio, haverá lacunas nas vacinações e nas campanhas contra outros surtos de doenças, gerando graves consequências humanas, económicas e no comércio global de alimentos.

 

Covid-19 gera dificuldade

De facto, a pandemia do novo coronavírus pode gerar uma maior dificuldade no comércio global de alimentos e uma nova crise alimentar. O Programa Mundial de Alimentos da Organização das Nações Unidas (ONU) observou os primeiros cortes em algumas cadeias de abastecimento.

Uma crise pandémica prolongada poderá pressionar rapidamente as cadeias de abastecimento de alimentos, uma complexa rede de interações que envolve agricultores, unidades de processamento, transporte marítimo, retalhistas, entre outros, A indústria de navegação já mostrou uma desaceleração devido ao encerramento dos portos e os obstáculos logísticos poderão interromper as cadeias de abastecimento nas próximas semanas”, destaca um relatório recente da FAO.

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