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Nespresso lança edição limitada inspirada nas primeiras coffee houses em Istambul e Veneza

A Nespresso lança dois novos cafés de edição limitada, Café Istanbul e Caffè Venezia, que vão trazer a atmosfera das primeiras “coffee houses” diretamente para a chávena.

A edição limitada Nespresso Coffee Houses inclui o café Istanbul, um café árabe Mocha, do Iêmen, que se mistura com “tesouros” das Índias para criar uma chávena que nos transporta para os bazares orientais. Um carácter exótico, que evoca blends históricos, com notas torradas intensas e de pimenta preta. Com intensidade 10, está disponível para o tamanho de chávena expresso (40ml) ou ristretto (25ml).

Já o Caffè Venezia é o café da antiga cidade etíope de Harrar que se mistura com o Arábica indiano para criar uma chávena rica e com o aroma exótico do oriente. Um café potente e complexo com notas silvestres e florais, com um carácter torrado. Com intensidade 7, está disponível para o tamanho de chávena expresso (40ml) ou longo (110ml).

Istambul

Istambul sempre foi o ponto de entrada da Ásia para a Europa. Numa altura onde ainda não havia imprensa, as “coffee houses” de Istambul eram o ponto de encontro da cidade, onde se debatiam ideias, sempre acompanhadas por um café.

Foi em Istambul que abriu a primeira “coffee house” do mundo, o histórico café Kiva Han, inaugurado no final do século XV, tornando-se assim a cidade berço da cultura do café. O café tornou-se o “vinho do Oriente” e os árabes começaram a vê-lo como uma bebida social, muito semelhante ao que acontece hoje em dia. Mas também o viam como uma bebida intelectual, chamando-lhe de “leite dos pensadores e jogadores de xadrez“.

Veneza

Veneza, por outro lado, era considerada o centro da criatividade na Europa. Lar das artes, da música e das invenções, muitas vezes apresentadas e testadas nas “coffee houses” da cidade.

Devido às suas raízes orientais e às suas propriedades revigorantes, em Itália o café foi inicialmente considerado pecaminoso e uma ameaça ao cristianismo. No entanto, o papa Clemente VIII adorava o sabor e aroma únicos desta bebida e tratou de a converter numa bebida cristã, dando-se assim ao início da expansão do café na Europa.

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