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Negócio online passou a dominar o offline

Foto Shutterstock

A pandemia Covid-19 e o Estado de Emergência em Portugal vieram alterar modelos de negócio do lado das empresas e padrões de consumo do lado das famílias em Portugal.

A pressmedia decidiu apurar o impacto desta crise em Portugal, nomeadamente nas plataformas de comércio online ligadas a três grandes categorias: Marketplace e comparação de preços com o Kuanto Kusta, Contratação de Profissionais Liberais com a Fixando e a Venda de Gadgets e Indispensáveis com o Insania.

Durante o confinamento, as três plataformas viram as suas vendas disparar de forma abrupta e concluíram que a predisposição para compras online veio para ficar.

Consultados os três players percebe-se o nascimento de um novo paradigma de gestão dos negócios online em Portugal, onde claramente o negócio online passou a ditar as regras e táticas do negócio do retalho, ou seja, a montra maior é hoje online, deixando a montra física a depender do comportamento da montra digital.

Negócio online

Numa fase inicial, parecia apenas uma subida passageira, devido à elevada procura de bens de primeira necessidade, como máscaras, álcool-gel e luvas, que lideravam o topo das pesquisas, mas logo se revelou como um catalisador para a expansão do mercado online. Com o tempo, os produtos de higiene foram ultrapassados pelas pelas categorias de desporto, bem-estar, entretenimento, e trabalho remoto.

Observou-se também uma enorme diversidade nas faixas etárias a que cada uma se dirigia. A pouco e pouco, as três plataformas foram alcançando todas as gerações, mas destaca-se a estreia em força dos muito adolescentes e dos séniores, embora a faixa entre os 25 e 40 anos nunca tenha perdido a liderança na força de compra.

A Fixando assume mesmo que serviu de tábua de salvação para muitos profissionais liberais que ficaram sem atividade logo após o início do confinamento, recorrendo à plataforma para sobreviverem.

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