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Investimento em ativos relacionados com o sector alimentar atinge recorde em 2020

Foto Shutterstock

O sector da alimentação está a converter-se no novo “core” de investimento imobiliário no retalho, segundo a consultora imobiliária Savills Aguirre Newman. No ano passado, pela primeira vez, os investimentos em supermercados, hipermercados e outras lojas de produtos alimentares atingiu um recorde, representando 21% do total da atividade no retalho na Europa, faca a uma média de 7%, nos cinco anos anteriores.

A Alemanha foi o maior mercado, com 3.100 milhões de euros, seguida pelo Reino Unido, com 1.700 milhões de euros, e pela Espanha, com 675 milhões de euros. Os maiores crescimentos foram observados na Alemanha, cerca de mais 217% face à média dos últimos cinco anos, e em Espanha, com mais 145%.

 

E-commerce

Segundo dados da Forrester, a taxa de crescimento das vendas online do sector alimentar na Europa Ocidental passou de 19,5%, em 2019, para 56,1%, em 2020. A quota do e-commerce saltou de 3,4% para 5,3% e prevê-se que suba para 12,6% em 2025.

Ao contrário de outras categorias de e-commerce, os pedidos online no sector alimentar vêm reforçar ainda mais a importância da loja. Mas durante a pandemia, surgiram também novos modelos de venda de alimentos, que se diferenciam quanto ao tipo de produtos e serviços oferecidos e pelos métodos de entrega. Estes novos operadores não necessitam de lojas físicas, mas apoiam-se em armazéns urbanos, o que está a despertar a procura por este tipo de espaços nas cidades.

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