O Intermarché voltou a reforçar, em 2025, o peso da produção nacional na sua oferta de frescos, com os produtos portugueses a representarem 63,15% do volume comercializado nas categorias de carne, peixe, frutas e legumes. O valor representa um aumento de 3,49 pontos percentuais face a 2024 e reflete um investimento de cerca de 347 milhões de euros em fornecedores nacionais.
Ao longo do último ano, a insígnia alimentar do Grupo Mosqueteiros comercializou mais de 105 milhões de quilogramas de produtos de origem portuguesa, consolidando a estratégia de privilegiar cadeias de abastecimento de proximidade e de reforçar a colaboração com produtores nacionais.
Esta política é sustentada pelo Programa Origens, criado em 1999 para promover a valorização da produção agrícola e alimentar portuguesa. Atualmente, a iniciativa integra mais de 700 produtores nacionais, reúne mais de 350 referências e representa cerca de 50 mil toneladas de produção anual.
A categoria da carne continua a destacar-se como aquela onde a incorporação de produtos nacionais é mais elevada. Em 2025, mais de 81% da carne comercializada pelo Intermarché teve origem em Portugal, um crescimento de 3,51 pontos percentuais face ao ano anterior, resultado do reforço das parcerias estabelecidas com produtores nacionais.
Segundo a empresa, o modelo assenta em relações de longo prazo com produtores distribuídos de norte a sul do país, acompanhando diferentes fases da produção e promovendo práticas que contribuam para a sustentabilidade do setor agrícola. O objetivo é assegurar produtos de origem nacional que cumpram os requisitos de qualidade, segurança alimentar e capacidade de abastecimento exigidos pela cadeia.
“Os resultados alcançados em 2025 refletem o trabalho consistente que temos desenvolvido, lado a lado com centenas de produtores portugueses, assente em relações de confiança e de longo prazo“, afirma Mário Costa, diretor-geral do Intermarché. O responsável sublinha que a aposta na produção nacional representa um investimento na agricultura, na economia e nas comunidades locais, compromisso que a empresa pretende continuar a reforçar.
De acordo com a insígnia, a estratégia de abastecimento de proximidade permite reduzir distâncias entre produção e consumo, dinamizar o setor agroalimentar português e contribuir para uma cadeia de abastecimento mais sustentável, aumentando progressivamente a presença de produtos nacionais nas lojas.







