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EuroCommerce pede abordagem coerente à livre circulação na União Europeia

Foto Shutterstock

A Europa necessita definir uma abordagem coerente e responsável à livre circulação de pessoas, de modo a catalisar o sector do retalho, face à crise da Covid-19, defende o EuroCommerce.

O organismo, que representa o sector retalhista e o sector grossista na Europa, manifestou as suas preocupações de que as medidas existentes causem confusão no público e entre os operadores comerciais no sector do turismo e do retalho.

No seu entender, o quase desaparecimento do turismo afetou severamente as lojas nos centros das cidades europeias, mas zonas turísticas, nas fronteiras e nos aeroportos.

 

Fronteiras encerradas

“Partilhamos com os governos dos Estados-membro a prioridade de evitar uma segunda vaga de Covid-19”, diz o EuroCommerce em comunicado. “Mas, tal como a comissária do Interior, Ylva Johansson, sublinhou recentemente, o encerramento das fronteiras não é tão eficaz a travar a doença como continuar a respeitar medidas de higiene e regras de distanciamento social de um modo rigoroso. Se as pessoas podem circular, dentro de um Estado-membro, respeitando estas regras, transpor as fronteiras, seja para turismo ou compras num país vizinho, não fará qualquer diferença em termos de risco de infeção”.

O EuroCommerce pediu à Comissão Europeia que adote uma abordagem coordenada à abertura das fronteiras, ao mesmo tempo que se continua a observar as regras de higiene. No seu entender, Bruxelas tem de assegurar que as medidas de recuperação são destinadas às indústrias mais afetadas pela crise, nomeadamente o turismo, a hotelaria e restauração e o retalho.

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