No Dia Internacional da Mulher, a DIG-IN lançou um manifesto em prol do reconhecimento da competência técnica e do mérito profissional. Com esta iniciativa, a tecnológica sublinha que o sucesso das mulheres em cargos de decisão não é um produto de “intuição”, mas “de um rigoroso domínio de dados e métodos de gestão”.
Para a DIG-IN, a liderança feminina é “frequentemente reduzida a características de soft skills, como a empatia. No entanto, a realidade das operações diárias da empresa demonstra que o verdadeiro motor das decisões críticas é o rigor analítico”.
“É fundamental desmistificar a ideia de que o sucesso feminino nas empresas se deve a uma suposta ‘intuição natural’. Na Dig-in, as decisões que definem o futuro do negócio sustentam-se por dados, métricas e uma análise fria do mercado”, afirma Fabiana Lopes, head of business development da DIG-IN. “O que muitas vezes é rotulado como ‘jeito’ é, na verdade, competência técnica pura. Não decidimos por instinto; decidimos com base em evidências e estratégia”, acrescenta.
Rigor analítico: o motor do sector
Este paradigma de decisão baseada em dados “é visível na colaboração da DIG-IN com líderes que estão a moldar o mercado nacional”. O sucesso feminino em cargos de direção é, muitas vezes, romantizado como “empatia”. Contudo, o rigor analítico e a gestão de dados são os verdadeiros motores das decisões mais críticas.
Este cenário é personificado por figuras como Neuza Jesus, head of commercial insights e revenue growth management da Coca-Cola Europacific Partners, cujo foco em insights e métricas é fundamental para a escalabilidade do negócio.
Da mesma forma, a gestão de topo demonstra que a eficácia não tem género. A trajetória de figuras como Eunice Costa, head of strategy & business do Grupo Nabeiro, e a influência institucional de Ana Jacinto, secretária-geral da AHRESP, prova que “a liderança e as operações dependem de método, disciplina, visão sistémica e atributos técnicos que definem o atual dinamismo do sector”.
Método e execução operacional
A empresa, que destaca a diversidade como pilar de inovação, defende que a gestão e as operações são áreas agnósticas ao género. O foco deve recair no método e na capacidade de execução, combatendo o preconceito de que as mulheres são naturalmente “melhores a gerir pessoas” enquanto os homens são “melhores a gerir o negócio”.
“Muitas vezes, quando uma mulher resolve um problema complexo com precisão, dizemos que teve ‘jeito’. Mas o que vemos na Dig-in e nas nossas parceiras é competência pura”, reforça a marca.
Com uma equipa onde a presença feminina é forte em áreas como produto, tech e dados, a DIG-IN aproveitou o 8 de março para reforçar que a “diversidade não é apenas uma métrica de inclusão, mas um acelerador de inovação que permite à plataforma continuar a liderar o mercado”.















