Continente
in

Continente com um quarto das inserções promocionais

Nas primeiras 21 semanas do ano, o Continente foi a insígnia da grande distribuição que mais comunicou em folheto, responsável por um quarto das inserções promocionais.

Desde o início do ano até 24 de maio, as insígnias da grande distribuição publicaram 333 folhetos promocionais, de acordo com informação do serviço Foliotrack da Marktest.

O Continente, com 58 folhetos no período, foi a insígnia que mais apostou neste formato, responsável por 17,4% do total. Foi seguido pelo Lidl, com 54 folhetos (16,2%), e pelo Pingo Doce, com 46 folhetos (15,3%).

Estes números equivalem a uma descida de 11,7% relativamente ao mesmo período de 2019, quando um total de 377 folhetos foi observado. Em termos relativos, o El Corte Inglés foi a insígnia que mais reduziu a exposição em folheto, passando de 13 para oito (menos 38,5%), enquanto o Minipreço Family subiu 14,3%, passando de 21 para 24 folhetos.

Já em número de inserções, os números subiram ligeiramente, em 2020, com mais 0,1% do que no mesmo período de 2019, passando de 113.343 para 113.437 inserções. O Minipreço Family foi a insígnia que, em termos relativos, mais desceu em número de inserções em folheto, com menos 44%, passando de 8.392 para 4.700, enquanto o Aldi foi a que mais aumentou face a 2019, com mais 18,3%, passando de 4.104 para 4.856.

Uma análise semanal mostra ainda que, em 2020, a semana 9 (de 24 de fevereiro a 1 de março), que foi a semana que precedeu o aparecimento dos primeiros casos positivos de Covid-19 em Portugal, foi a que registou um maior número de folhetos e de inserções em folheto, com 21 folhetos e 7.717 inserções. Depois dessa data, a tendência geral foi de quebra até à semana 15, semana da Páscoa (de 6 a 12 de abril), verificando-se um crescimento sucessivo depois dessa data. Na última semana em análise (de 18 a 24 de maio), o valor observado em 2020 é superior ao de 2019, tanto em folhetos como em inserções (mais dois folhetos e mais 97 inserções).

Publicidade

FAO

Preços mundiais dos alimentos sobem pela primeira vez

Primark

Primark perde quase 900 milhões de euros