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Associações do comércio e serviços defendem reabertura gradual do comércio a 17 de março

A União de Associações do Comércio e Serviços (UACS) considera fundamental que, de uma forma prudente e gradual, se inicie o desconfinamento do comércio e serviços, apelando que a reabertura destas atividades tenha início no próximo dia 17 de março.

Não colocando de parte, antes pelo contrário, a questão da saúde pública, que deve estar em primeiro lugar, a situação de grande parte das empresas do comércio e serviços é muito dramática, pelo que é premente que o Governo comece a olhar e a preocupar-se com a economia e com as empresas destes sectores de atividade, um dos maiores empregadores nacional. Há que lembrar que há que gerir, há que planificar, há que comprar, há que repor stocks e há, sobretudo, que escoar o que existe em loja, de forma a que não seja necessário vender produtos em épocas a que os mesmos não correspondam”, referiu Lourdes Fonseca, presidente da direção da UACS.

A UACS recorda que quer na primeira, quer na segunda e na terceira vagas de Covid-19, o comércio e os serviços obtiveram uma avaliação positiva no cumprimento das normas emanadas da Direção-Geral de Saúde e investiram nos equipamentos de proteção individual, não tendo sido verificada nenhuma situação grave que levasse ao encerramento de estabelecimentos destas áreas de atividade.

 

Desconfinamento gradual

A União de Associações do Comércio e Serviços considera, por isso, fundamental que se inicie o desconfinamento e a reabertura destas atividades. Propõe, assim, numa primeira fase, e por um período de 15 dias, que o comércio e serviços estejam abertos de segunda a sexta-feira das 10 às 17 horas, permanecendo encerrados aos sábados e domingos.

Numa  segunda fase, e nos 15 dias subsequentes, o comércio e serviços deveriam estar abertos de segunda a sexta-feira, das 10 às 18 horas, na qual se devem incluir já as lojas dos centros comerciais. De igual modo, aos sábados e domingos, os estabelecimentos deverão permanecer fechados.

Numa terceira fase e última fase, e nos 15 dias subsequentes, a abertura do comércio e serviços seria das 10 às 20 horas, mantendo-se o fecho ao domingo por um período alargado de um mês ou mais.

A proposta da UACS contempla, ainda, de 2 a 5 de abril, o fecho de todo o tipo de comércio e inibições de circulação, de forma a evitar-se uma quarta vaga de pandemia Covid-19.

Por fim, a UACS defende que, quer não se verifique a reabertura gradual nas datas propostas, quer se dê início ao desconfinamento, “é indispensável a criação de medidas de apoio aos trabalhadores e empresas mais afetados, designadamente medidas de capitalização das empresas, moratórias financeiras, fiscais e contratuais, apoios a fundo perdido e ao emprego mais robustas, céleres, e abrangentes do que as até aqui existentes, as quais têm sido insuficientes para suster a destruição do tecido empresarial nacional”.

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