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APED defende novas soluções para rendas em centros comerciais

APED

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) defende a criação temporária de novas soluções para as rendas das lojas em centros comerciais, que venham ao encontro de um equilíbrio entre senhorios e arrendatários em tempo excecional de pandemia.

A associação refere, em comunicado enviado à redação da Grande Consumo, que a necessidade de encontrar soluções que tenham em conta moratórias, renegociação de contratos e equilíbrio face à diminuição de faturação são pedidos que tem feito junto do Governo e da Associação Portuguesa de Centros Comerciais.

Sobrevivência do retalho especializado

A APED defende que, no atual contexto político, é crucial que os partidos com assento na Assembleia da República tenham consciência clara dos desafios que o retalho especializado atravessa e de que o tema das rendas nos centros comerciais é crucial para a sua sobrevivência.

As recentes decisões do Governo para a Área Metropolitana de Lisboa, que contribuem para agravar as débeis condições financeiras de alguns lojistas, já muito fragilizadas pelo surto pandémico que afeta o país, justificam, ainda mais, esta tomada de posição da APED.

Já em maio, a APED defendeu, junto da Direção-Geral da Saúde, a retoma das atividades económicas e a reabertura imediata de lojas de retalho especializado.

Para a associação, esta abertura deve ser independente da dimensão e localização das lojas e com base no exemplo das boas práticas de proteção e segurança aplicadas proativamente, desde o primeiro momento da pandemia de Covid-19, pelos seus associados da distribuição alimentar. A associação, que representa 163 empresas, entende que as mesmas medidas de segurança podem ser aplicadas com a mesma eficiência no retalho especializado.

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