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Ajustados e acomodados, assim serão os consumidores pós-Covid

Foto Shutterstock

A Nielsen identifica dois tipos de consumidores, o ajustado e o acomodado, no seguimento das mudanças potenciadas pela crise causada pela pandemia do novo coronavírus.

O primeiro destes perfis diz respeito aos consumidores que terão mais reticências no momento de gastar, provavelmente mais afetados pelos layoffs e com a situação económica penalizada após a crise económica.

O segundo perfil, por seu turno, terá mais confiança e será o que continuará a alimentar algumas das tendências que ganharam força durante a crise da Covid-19, como o crescimento das entregas de comida ao domicílio e do e-commerce.

 

Gastos sobem 5,7%

Estes perfis foram apresentados por Patricia Daimiel, diretora da Nielsen em Espanha e Portugal, durante o congresso da AECOC, a associação espanhola que congrega os interesses das empresas de distribuição e fabricantes de grande consumo.

De acordo com a consultora, este ano, os gastos no sector irão crescer 5,7%, quase o dobro do verificado no pré-Covid, impulsionados pela crise, que motivou a um maior no lar.

Patricia Daimiel alerta que o segundo semestre será estratégico para o sector.

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