A Oliveira da Serra anunciou a assinatura de um protocolo com a WWF Portugal para apoiar ações de restauro ecológico no Estuário do Tejo, uma das áreas prioritárias identificadas pela organização para intervenção em Portugal.
O acordo tem a duração de um ano e integra a marca no grupo de primeiros parceiros da D-EVOLUÇÃO, iniciativa que pretende mobilizar empresas e cidadãos para restaurar ecossistemas no território nacional.
Abrigos para conservação de espécies marinhas
No Estuário do Tejo, a iniciativa prevê a instalação de abrigos com o objetivo de promover a conservação de espécies marinhas, nomeadamente comunidades de cavalos-marinhos.
As ações incluem ainda o envolvimento das comunidades locais e a monitorização científica das intervenções.
A ligação ao Estuário do Tejo assume particular relevância para a Oliveira da Serra pela proximidade a unidades da Sovena, empresa-mãe da marca.
“Este protocolo nasce de uma ligação natural ao território. A nossa presença no Estuário do Tejo, onde temos unidades industriais, reforça a responsabilidade que sentimos na preservação deste ecossistema”, afirma Loara Costa, diretora de marketing & trade marketing da Sovena.
A responsável acrescenta que a participação da Oliveira da Serra no projeto é uma expressão do propósito da marca, “O Bom, pela Terra”, refletindo o compromisso de cuidar da natureza e das comunidades onde está presente.
“Ao apoiarmos o arranque desta iniciativa, contribuímos para a valorização de uma área de elevada relevância ecológica, num momento em que a colaboração entre diferentes sectores é essencial para responder aos desafios ambientais”, sublinha.
“Devolver natureza é uma escolha de futuro”
Para Ângela Morgado, diretora executiva da WWF Portugal, a D-EVOLUÇÃO pretende aproximar empresas e cidadãos de ações concretas de restauro. “Devolver natureza é uma escolha de futuro. Com a D-EVOLUÇÃO queremos aproximar empresas e cidadãos de ações concretas de restauro, com impacto real no território. O apoio da marca Oliveira da Serra a esta iniciativa reforça a evolução coletiva, onde todos assumem um papel ativo na proteção e recuperação da natureza”, afirma.
A D-EVOLUÇÃO, anteriormente conhecida como Re-Store Portugal, identificou nove áreas prioritárias para restauro em diferentes ecossistemas costeiros, fluviais e terrestres.
A iniciativa já está a avançar com intervenções no Parque Nacional da Peneda-Gerês, na Serra do Caldeirão e no Estuário do Tejo, reunindo parceiros empresariais, institucionais e cidadãos num esforço coletivo de restauro ecológico.








