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26% das empresas sofreu incumprimentos significativos em 2020

58% das empresas portuguesas viu a solvência dos seus clientes deteriorar-se

Foto Shutterstock

26% das empresas portuguesas sofreu incumprimentos significativos durante o ano de 2020, apesar das injeções de liquidez e dos estímulos fiscais que receberam para atenuar os efeitos económicos da Covid-19. Este é um dos dados mais relevantes apurados no “Estudo de Gestão do Risco de Crédito em Portugal”, promovido pela Crédito y Caución e pela Iberinform.

As medidas adotadas nos primeiros meses do estado de emergência obrigaram 74% das empresas a reduzir a sua atividade produtiva e comercial. Esta hibernação económica foi muito relevante para 26% das empresas nacionais, que tiveram de renunciar a mais de metade da sua operação habitual. Nesse contexto de excesso de capacidade, 58% das empresas portuguesas sentiu uma deterioração dos níveis de solvência dos seus clientes aos longo de 2020.

 

Diminuição das vendas

Cerca de 42% do tecido produtivo nacional registou uma diminuição das suas vendas. O impacto final da pandemia na faturação, em 2020, foi moderado, face às previsões iniciais das empresas. Há um ano, quando foram estabelecidas medidas rígidas de distanciamento social e o encerramento temporário da atividade empresarial, 65% das empresas esperava uma queda na sua faturação.

O tecido produtivo português continua a mostrar confiança numa mudança de tendência em 2021, embora as previsões sejam menos otimistas do que há um ano. Cerca de 57% das empresas espera que os seus níveis de faturação voltem a subir, menos 13 pontos percentuais que no inquérito de 2020.

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