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Touriga Franca 2016 reforça oferta da AdegaMãe

A emblemática casta duriense é a principal novidade na nova gama de tintos AdegaMãe.

No terroir atlântico que define a Região de Vinhos de Lisboa, as amplitudes térmicas mais elevadas favorecem a maturação das uvas tintas. Graças a uma parceria trabalhada há praticamente uma década, na Quinta de Dom Carlos, em Alenquer, dali chegam à AdegaMãe algumas das colheitas que têm vindo a integrar diversos lotes de vinhos tintos. Passa despercebida uma parcela de Touriga Franca, que a enologia da AdegaMãe vinifica, finalmente, na colheita de 2016, para avaliar a sua evolução na adega.

A casta de origem duriense, crucial nos vinhos do Porto e DOC Douro, impõe-se ao ponto de ser engarrafada como varietal e, até, de integrar o lote do Reserva da casa. Nasce, assim, um novo monocasta, o AdegaMãe Touriga Franca 2016, bem como um novo Dory Reserva 2016, os grandes destaques na gama de tintos que a AdegaMãe agora lança no mercado. “Espinha dorsal dos vinhos do Porto e de muitos DOC Douro, a Touriga Franca revela-se muito mais do que uma casta de lote, com alguns excelentes exemplos de varietais no país e com esta expressão muito particular no nosso terroir de Lisboa, que muito nos surpreendeu. A nossa melhor homenagem à forma como se impôs, na vindima e na evolução na adega, foi colocá-la em garrafa, desde logo como varietal. Mas ficámos tão entusiasmados que chegámos mais longe, ao ponto de integrá-la também no lote do nosso Dory Reserva”, afirma Diogo Lopes, enólogo da AdegaMãe.

Temos um vinho com estrutura, mas ao mesmo tempo equilibrado com a acidez que lhe confere o nosso terroir atlântico. Os taninos surgem aveludados e o resultado final é de grande elegância”, continua Diogo Lopes, a propósito do AdegaMãe Touriga Franca 2016. Sobre o novo Dory Reserva Tinto 2016, o novo lote integra quatro castas, precisamente Touriga Franca, com Touriga Nacional, Cabernet Sauvignon e Petit Verdot. “Continuamos a dar passos consistentes na evolução de um tinto que é já uma referência da Região de Lisboa, fundindo complexidade, elegância e frescura. É um vinho moderno, guloso, bastante gastronómico”, afirma.

Paralelamente, a AdegaMãe lança ainda no mercado novas edições dos varietais Cabernet Sauvignon, Petit Verdot e Merlot, colheitas de 2015, naquela que foi uma das melhores vindimas de tintos da história da AdegaMãe.

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