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Secretário de Estado da Defesa do Consumidor visita Centro de Coinovação da Mercadona

O Secretário de Estado da Defesa do Consumidor, João Torres, e a diretora geral da Direção Geral das Atividades Económicas, Fernanda Ferreira Dias, realizaram ontem, dia 25 de julho, uma visita institucional ao Centro de Coinovação da Mercadona, em Matosinhos. Nesta visita, a Mercadona teve oportunidade de dar a conhecer o seu Modelo de Coinovação, onde envolve os consumidores no processo de definição dos seus produtos; e explicou o trabalho que tem desenvolvido para adaptar o seu sortido de produtos ao consumidor português.

Este Centro de Coinovação da Mercadona, que se junta aos 18 centros deste tipo que a cadeia tem em Espanha, está localizado em Matosinhos, e conta com mais de 1.000 metros quadrados distribuídos em 2 andares. Graças à sua dimensão, dispõe tanto de salas de degustação de produto, como de cozinhas e outros espaços que simulam as casas dos “Chefes” (clientes) para as sessões participativas com os mesmos. Neste centro, os cerca de 50 profissionais, especialistas nas distintas categorias de produtos, recolhem informações sobre os produtos que estão a estudar, de forma a conhecer os gostos e necessidades dos portugueses, podendo assim adaptar os produtos e ter a melhor oferta com a máxima qualidade nas prateleiras dos seus supermercados.

O Secretário de Estado da Defesa do Consumidor destacou que “o Governo tem acompanhado com interesse e proximidade o sector do retalho nacional e a sua permanente evolução, manifestando vontade de conhecer os projetos dinamizados pelos operadores económicos que visam introduzir componentes de inovação com potencial benefício para os consumidores“.

No decorrer da visita, a Mercadona explicou como impulsiona neste centro o seu Modelo de Coinovação segundo a denominada “Estratégia Avental”. Através desta estratégia, a Mercadona dispõe de Especialistas que se encarregam de captar as necessidades dos clientes, escutar e observar os seus gostos e preferências. Este processo permite, posteriormente, transmitir toda essa informação aos fornecedores para que, dependendo do caso, se melhorem os produtos ou se desenvolvam soluções inovadoras que, em muitas ocasiões, se convertem num êxito de vendas, comprovando que a agilidade em inovar e criar novos produtos depende da capacidade de colaborar e aprender com as experiências dos clientes mediante uma verdadeira “cultura de inovação”.

Este trabalho conjunto permite à empresa obter uma taxa de sucesso nos produtos lançados de 84%, face aos 24% do sector (dados Institut Cerdà, do estudo “O Valor da Inovação Conjunta”).

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