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Retoma da economia potencia vendas no catering

As mais de mil empresas de catering vão faturar, este ano, 600 milhões de euros no mercado português, com a Informa D&B a projetar um crescimento entre 3% e 4%. A comida para o sector dos transportes, incluindo as companhias aéreas, é o segmento em maior crescimento.

 Para este aumento adicional do valor do mercado, que “consolida a tendência de crescimento” iniciada no ano passado, contribui o “contexto macroeconómico favorável“.

Numa nota divulgada esta segunda-feira, dia 6 de novembro, a empresa indica que a “retoma da procura privada“, as “menores restrições na despesa pública” e a “maior atividade económica” são os motivos para o aumento da faturação deste sector, no qual trabalham perto de 18 mil pessoas. Em 2016, já tinha crescido 4,5% em termos homólogos, depois do ano anterior ter sido marcado pelo queda das receitas.

Também o número de empresas de catering no mercado português voltou a aumentar a partir de 2015, totalizando 1.134 nesse ano. Apesar do predomínio dos operadores de pequena e média dimensão, os dois maiores, o grupo Trivalor e a Eurest, detinham em conjunto uma quota de mercado de 55,2%.

A análise mostra ainda que a “restauração coletiva” é a principal área de atividade, pesando 78% das receitas totais num valor próximo dos 455 milhões de euros. Também a crescer, “num contexto de forte subida do tráfego de passageiros nos aeroportos portugueses“, estão os serviços de catering para o sector de transporte, que valem quase 13%.

A restante faturação, a rondar os 50 milhões de euros, veio em 2016 do catering para eventos. Neste segmento, que é um dos que acaba por ter maior visibilidade pública, a evolução “depende em grande medida do comportamento do consumo privado“.

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