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Recheio quer protagonizar regresso da Jerónimo Martins ao Brasil

A Jerónimo Martins ambiciona regressar ao Brasil, mercado de onde se viria a retirar em 2002, através das exportações do Recheio.

Neste momento, estamos com vários projetos, com alguns parceiros, para ver se entramos no Brasil, mas é um país onde existe uma grande defesa para se entrar”, disse ao Jornal de Negócios José Luís Bayo, diretor de exportação do Recheio.

A unidade grossista do grupo liderado por Pedro Soares dos Santos iniciou a sua aposta na exportação em 2014. Atualmente, são 30 os mercados para onde vende os seus produtos, em geografias tão distintas como os países da lusofonia, asiáticos, Arábia Saudita, Nigéria, Kuwait, Estados Unidos da América ou o Cazaquistão.

Em 2017, as vendas ao exterior do Recheio totalizaram 50 milhões de euros. “Crescemos cerca de 20% nas vendas de 2017, no ano anterior tínhamos crescido 60%”, assinala José Luís Bayo, avançado que as perspetivas para 2018 são de um crescimento a dois dígitos.

No total, o Recheio exporta mais de cinco mil referências, perecíveis incluídos. Os principais mercados são os europeus e os países de língua oficial portuguesa, mas a aposta em novas geografias é para manter. Tal está patente na rotulagem das marcas próprias, atualmente em inglês, francês e português, estando em curso um projeto para a introdução do espanhol, o que permitirá entrar em novas geografias, designadamente da América Latina.

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