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Projeto TransforMAR recolhe 2,6 toneladas de plástico este verão

No decorrer da sua segunda edição, o projeto TransforMAR recolheu o dobro das unidades de plástico que no verão anterior: 180 mil unidades, que corresponderam a 2,6 toneladas de plástico.

Pelo segundo ano consecutivo, o Lidl Portugal, o Electrão, a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), a Quercus e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) – com o apoio institucional do Ministério do Ambiente e da Transição Energética e da Associação Zero -, desafiaram os veraneantes a colocarem os seus resíduos plásticos, e também de metal, num depósito próprio com o compromisso de os transformar num benefício direto para a comunidade, como mobiliário urbano, evitando que o seu destino final fosse o mar.

A iniciativa voltou a marcar presença nas praias nacionais – 15 praias de norte a sul do país -, sensibilizando a sociedade para este projeto pioneiro que reforça a importância dos princípios da economia circular através da recuperação, reutilização, reciclagem e redução do desperdício de materiais plásticos. Uma vez que o envolvimento dos colaboradores em campanhas e iniciativas desenvolvidas pela empresa, em prol da comunidade, é considerado primordial, esta segunda edição contou também com a presença do contentor do TransforMAR nos edifícios regionais e sede do Lidl Portugal, contribuindo para o resultado final.

Os resultados obtidos superaram a edição anterior (1,5 toneladas em praia) com a recolha de 2,6 toneladas de plástico, que correspondem a cerca de 180 mil unidades de plástico. Em praia, a recolha representou 1,7 toneladas de plástico, equivalentes a 89 mil unidades deste material.

O impacto social positivo, espelhando a sensibilização da sociedade, levou a que algumas praias – como Leça da Palmeira e Armação de Pêra – prosseguissem com a recolha, mesmo sem a presença do contentor do TransforMAR em praia, contribuindo para o valor final apurado.

Para Vanessa Romeu, diretora de Comunicação Corporativa do Lidl Portugal, “este projeto é pioneiro não só na forma como promove a limpeza das praias, mas também como transforma o plástico recolhido, numa lógica de economia circular, num benefício para a comunidade. Ficamos muito satisfeitos que esta nossa iniciativa resulte em mudanças reais de comportamento e contribua para a sensibilização da população, uma vez que só este envolvimento global conseguirá de facto marcar a diferença na forma como lidamos com o plástico diariamente. Esta edição tornou-se também especial ao ter recebido o apoio institucional por parte do Ministério do Ambiente e da Transição Energética e da Associação Zero – validações adicionais ao nosso papel de sensibilização e compromisso com a sociedade de que muito nos orgulhamos“.

Pedro Nazareth, diretor geral do Electrão – Associação de Gestão de Resíduos, afirma que “duplicar as quantidades de resíduos recolhidos mostra que os cidadãos estão cada vez mais consciencializados para a causa do plástico nas praias e nos oceanos. O objetivo desta parceria será sempre sensibilizar para a importância da redução, separação e reciclagem dos resíduos de embalagens e o impacto positivo que “pequenos gestos” como este têm no meio ambiente“.

Nas palavras de Catarina Gonçalves, coordenadora nacional do programa Bandeira Azul, “para a ABAE ter continuado esta parceria fez todo o sentido, uma vez que escolhemos sempre associar-nos a projetos que tenham como objetivo sensibilizar para a alteração de comportamentos, nomeadamente aqueles que se relacionam com recolha e reutilização de resíduos nas praias, pois é nestes locais que o impacto se sente de forma mais negativa. Ficámos particularmente satisfeitos por poder divulgar os resultados de 2019 no nosso VII Seminário Nacional, que reúne as várias entidades responsáveis pela gestão e pela manutenção das zonas balneares”.

Por sua vez, Nuno Sequeira, vice-presidente da Quercus, considera que “num momento em que a sociedade está cada vez mais mobilizada para as questões ambientais, e onde é indispensável envolver os consumidores numa utilização mais consciente dos recursos, este projeto, pelos resultados alcançados e pela dinâmica demonstrada, tem sido um excelente exemplo de como se pode promover a economia circular em Portugal”.

Em paralelo, durante o verão, iniciou-se a entrega dos aparelhos de atividade física produzidos a partir de plástico recolhido na 1ª edição do projeto, transformado em 14 conjuntos de aparelhos de circuito de atividade física – compostos cada um por espaldar horizontal, barras paralelas simétricas, ponte de escalada e painel de descrição dos exercícios – para equipar as praias que receberam o projeto em 2018.

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