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Produção de gelados na União Europeia diminuiu 9% em 2020

A produção de gelados na União Europeia teve um declínio de 9% em 2020, face ao ano anterior, para cerca de 2,9 mil milhões de litros, revelou um novo relatório do Eurostat.

O relatório examina o desempenho da indústria europeia no fabrico destes produtos, analisando os maiores mercados e produtores do sector.

 

Importação e exportação

Em 2020, os estados membros da União Europeia exportaram 232 milhões de quilogramas de gelados, no valor de 752 milhões de euros, para países fora do espaço comunitário. Por sua vez, as importações de países de fora da União Europeia ascenderam a 79 milhões de quilogramas, no valor de 182 milhões de euros.

Enquanto a quantidade de importações de gelados extra-UE diminuiu 4%, em comparação com 2019, as exportações aumentaram 5%.

A França exportou 59 milhões de quilogramas, em 2020, representando 25% das exportações de sorvete extra-UE e emergindo como o principal exportador de gelados entre os Estados-membros.

A Holanda garantiu o segundo lugar, com exportações no valor de 38 milhões de quilogramas, ou 16% do total das exportações extra-UE.

A Alemanha exportou 29 milhões de quilogramas, representando 13% das exportações extra-UE, enquanto a Itália exportou 20 milhões de quilogramas (9% das exportações extra-UE).

Com 16 milhões de quilogramas, as exportações de gelados da Bélgica representaram 7% do total das exportações extra-UE.

 

Principais produtores

Entre os Estados-membros da União Europeia, a Alemanha foi o maior produtor de gelados em 2020, com 642 milhões de litros.

A França emergiu na segunda posição, com um volume de produção de 516 milhões de litros (dados de 2019), seguida pela Itália, com 509 milhões de litros.

Além de ser o maior produtor em 2020, a Alemanha produziu o gelado mais barato, em média, com 1,30 euros por litro.

A França registou o preço mais alto, de 2,20 euros por litro (dados de 2019), seguida de perto pela Itália, com um preço médio de dois euros por litro de gelados.

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