Zoono
in

“A Covid-19 acelerou a necessidade e procura das soluções da Zoono no âmbito humano”

Zoono Iberia, empresa representante e distribuidora exclusiva para a Península Ibérica da Zoono, anuncia a entrada no canal de retalho não alimentar. Com uma tecnologia de desinfeção inovadora, o Microbe Shield Z-71 alia a ação química, enquanto líquido, à ação mecânica, após secagem. Aplicado sobre as superfícies, o Z-71 forma uma película protetora e gera uma ação mecânica que elimina os micro-organismos, bactérias, fungos, vírus e agentes patogénicos, entre outros, com uma eficácia de até 30 dias comprovada laboratorialmente. Disponível em diversas áreas da atividade comercial, a Zoono Iberia quer reforçar a sua presença no mercado e, além da entrada no canal não alimentar, alargou a distribuição ao arquipélago dos Açores e da Madeira. Miguel Alves, CEO da Zoono Iberia, detalha a proposta de valor e a importância no contexto presentemente vivido.

 

Grande Consumo – A que se deve a aposta da Zoono no retalho não alimentar?

Miguel Alves Houve dois motivos principais que motivaram a entrada no canal de retalho não alimentar: por um lado, garantir que o desinfetante Microbe Shield Z-71 chega às casas dos consumidores e às pequenas e médias empresas portuguesas; por outro, reforçar a participação que a Zoono Ibéria tem tido no esforço de adequação das políticas de desinfeção de superfícies que estão a ajudar os mais diversos tipos de organizações a mitigar riscos de contágio.

 

GC – Quais são as mais-valias da oferta da marca? O que a torna diferenciadora face a outras eventuais propostas existentes no mercado?

MA – A marca Zoono surgiu há mais de 10 anos e, desde então, desenvolve e comercializa tecnologias de desinfeção inovadoras, juntamente com os seus clientes, parceiros e fornecedores.

No caso do Microbe Shield Z-71, um dos fatores diferenciadores é a questão do efeito residual, uma vez que estamos perante um desinfetante com ação química na fase líquida e uma ação mecânica residual durante a fase seca, criada para garantir uma proteção duradoura (ativa até 30 dias) contra cargas microbianas de largo espectro, com reflexos diretos ao nível da saúde, por via da redução drástica de propagações indesejadas através de superfícies.

Quando aplicado numa superfície, o Microbe Shield Z-71 forma uma película protetora com efeito biocida sobre microorganismos, bactérias, fungos e vírus, eliminando agentes patogénicos como MRSA, Escherichia coli, Salmonella, Virus H3N2, MERS, Virus PSA, entre outros.

Importa salientar que a eficácia do Microbe Shield Z-71 não é igual em todas as superfícies, porque as mesmas são sujeitas a cargas microbianas e solicitações mecânicas diferentes. Não percorremos as paredes das nossas casas com as mãos com a mesma frequência ou da mesma forma como utilizamos o volante de uma viatura e, nesse sentido, a tecnologia prolonga a redução do risco de contaminação, mitiga a transferência através das superfícies, mas não garante, por si só ou isoladamente, o fim de qualquer pandemia. Por este motivo, as empresas devem ter uma estratégia integrada de redução de risco, com planos de higienização e desinfeção que contemplem vários procedimentos complementares.

 

GC – Como se processa a sua aplicação? É um produto para aplicação estritamente profissional ou pode ser aplicado por qualquer pessoa?

MA – No âmbito doméstico, o produto pode ser aplicado em superfícies por qualquer pessoa. Em empresas ou âmbitos industriais, aconselhamos que recorram a um parceiro que garanta a aplicação do produto (por nebulização a frio ou outra técnica), com vista a uma maior eficiência e produtividade.

 

GC – A que serviços/áreas de negócio se dirige preferencialmente? Pode ser aplicado em qualquer canal de comercialização?

MAOs transportes e outros serviços vitais, pelo facto de não terem interrompido a operação, foram dos primeiros a integrar o Microbe Shield Z-71 nas suas estratégias. Também os serviços, a indústria, as entidades de apoio social e as de saúde viram, na mitigação dos riscos de contágio por superfícies, uma prioridade para os seus utentes e funcionários.

De qualquer forma, o nosso objetivo é trabalhar com todos os sectores da economia – instituições de educação, restauração, alojamento local, entre outros – e fazer chegar a Zoono à totalidade do território nacional – continente e ilhas.

Os efeitos desta pandemia estão a fazer-se sentir transversalmente e, no limite, todas as áreas de negócio deverão implementar políticas integradas de desinfeção que contemplem não só as orientações da Direção Geral da Saúde para as várias atividades, como as inovações tecnológicas disponíveis para ajudar a mitigar o risco. 

O Microbe Shield Z-71 foi autorizado como biocida tanto para utilização do Tipo 2 (desinfeção de superfícies, materiais, equipamentos e mobiliário), como para utilização do Tipo 4 (em superfícies em contacto com os géneros alimentícios e alimentos para animais), o que significa que tem um raio de atuação muito abrangente.

 

GC – O presente contexto de pandemia é favorável à introdução deste tipo de produtos no mercado?

MA – Temos assistido a um trabalho progressivo de planeamento e organização para entrada no “novo normal”. Há um grupo considerável de empresas a definir protocolos e planos de minimização de riscos que envolvem o reforço das políticas de higienização e desinfeção, em que a integração do Microbe Shield Z-71 da Zoono tem sido uma peça relevante, dada a eficácia sobre as superfícies e a durabilidade do seu efeito residual.

A emergência pandémica da Covid-19 acelerou fortemente a necessidade e procura das soluções da Zoono no âmbito humano (que já existia noutros ecossistemas), nomeadamente de tecnologias para garantir níveis de desinfeção e de redução de carga microbiana sobre superfícies com eficácia e durabilidade, diminuindo o risco destes elementos serem fontes de contágio durante os intervalos de desinfeção com desinfetantes e biocidas convencionais.

Durante este período, temos trabalhado na venda e distribuição do Microbe Shield Z-71, integrando-o nos planos dos clientes, apoiando-os, quer no momento inicial, quer ao longo do tempo (iniciativas de “pro-active care”) para otimizar e afinar os processos. Acabámos de entrar no canal do retalho não alimentar e vamos fazer chegar a nossa distribuição aos arquipélagos da Madeira e Açores.

 

GC – A Covid-19 pode ajudar à implementação de novas práticas de higiene?

MA – O contexto atual veio instituir práticas de desinfeção e higienização que já faziam parte do racional de atuação da Zoono há vários anos. Neste momento, as recomendações que avançamos aos nossos clientes passam pelo ajuste da frequência de aplicação em superfícies sujeitas a maior contacto, nomeadamente um reforço diário/semanal na aplicação do Z-71. No caso de um transporte, por exemplo, como o metro/estações, estas superfícies correspondem às cabines de condução dos maquinistas, assim como aos bancos, varões, pegas, vidros e outras superfícies dos salões dos passageiros.

Além da implementação das nossas soluções, há todo um trabalho a desenvolver pelas entidades e empresas, que deve seguir as orientações das autoridades competentes e que passam por criar novos layouts e barreiras de distanciamento entre as pessoas, definir práticas de rotatividade de equipas nas presenças nos escritórios, usar equipamentos de proteção individual (ex: máscaras de proteção), higienizar repetidamente as mãos ao longo do dia e garantir novas rotinas e frequência de limpeza, higienização e desinfeção dos espaços.            

 

GC – O que seria um bom ano de 2020 (ou do que resta dele) para a Zoono?

MAO início de 2020 foi, sem dúvida, desafiante para todos a múltiplos níveis. A Zoono Ibéria, desde o início desta fase crítica, tem tido como missão colaborar ativamente com os seus clientes e parceiros, integrando o Microbe-Shield Z-71 nas práticas de redução de risco para as pessoas, utentes e profissionais.

Continuaremos a desenvolver iniciativas que permitam fazer chegar a tecnologia disruptiva da Zoono a um espectro mais largo de utilizadores, para que estes possam beneficiar da mitigação de risco que daí advém, procurando que este período possa passar rapidamente e com o maior conforto de todos.

Sumol+Compal

“Portas Abertas” apoia restauração tradicional

Centromarca

“Uma rotina, depois de repetida 21 dias, torna-se um hábito”