in

Mercadona termina processo de substituição total de sacos de plástico

A Mercadona eliminou de forma definitiva, em todas as suas lojas, os sacos de plástico de um só uso.

As mais de 1.600 lojas oferecem agora três opções de sacos: de papel, de ráfia e sacos com 50-70% de plástico reciclado procedente de embalagens de plástico utilizadas nas lojas. Esta última alternativa é fruto do compromisso conjunto de clientes, colaboradores e fornecedores, que, implicados no aproveitamento de recursos, redução, reutilização e reciclagem, permitem prolongar a vida útil dos materiais e evitar que acabem em aterros. Para a sua fabricação, a empresa, aplicando os princípios da economia circular, reutiliza anualmente mais de três mil toneladas de plástico das embalagens recuperadas das suas lojas, que envia para os seus blocos logísticos através de um processo de logística inversa.

Além disso, a empresa instalou uma nova peça de mobiliário para os sacos plásticos utilizados pelos clientes nas secções de frescos, equipadas com um novo sistema que dispensa os sacos de forma a reduzir o desperdício de plástico. O mecanismo de reposição é mais fácil e mais intuitivo que o anterior, facilitando esta tarefa para o trabalhador da secção. Desta forma, espera-se que estes sacos sejam substituídos por outros de material compostável antes de 2021. Enquanto isso, com o compromisso de reduzir o consumo de plástico, a área pré-cortada foi eliminada para reduzir a quantidade de plástico restante no suporte e que era descartado.

Assim, a Mercadona reforça o seu compromisso com a sustentabilidade, um compromisso que a levou, em 2011, a ser a primeira empresa do sector a apresentar iniciativas para reduzir o uso de sacos plásticos descartáveis e, um ano antes, em 2010, a tornar-se pioneira na reciclagem de plástico com projetos como o que foi abordado em conjunto com a SPBerner para incorporar uma nova linha de produtos de drogaria (baldes, bacias, paus de vassoura e esfregonas), fabricada com o plástico recuperado das estufas.

Legislação que aprova insetos para consumo animal e humano pode chegar este ano

Fatura eletrónica obrigatória na União Europeia a partir de 18 de abril