Lisboa ao pôr do sol
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Lisboa é a terceira cidade mais inovadora do mundo

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Quem o afirma é a Ambr Eyewear após análise de uma série de dados relativos à qualidade de vida e ao contributo da tecnologia como fatores essenciais para definir as cidades do futuro.

Nesta renhida competição, Lisboa ficou apenas atrás de Paris e Barcelona.

Foram tomadas em conta áreas tão distintas como a disponibilidade de empregos na área da tecnologia, media ou a existência de espaços de co-working. O índice global de paz e qualidade média de vida têm também um impacto relevante neste ranking.

Outros critérios prendem-se com a qualidade e custo do acesso à internet, o número de instituições de ensino superior ou de uma oferta cultural de qualidade, entre outros.

Se em muitos índices o foco principal tem uma componente essencialmente financeira, este em particular foca-se nos critérios essenciais para definir as cidades verdadeiramente viradas para o futuro.

 

Viver numa cidade inovadora

As próximas décadas deste séculos serão palco de uma revolução profunda no mercado de trabalho. Com o crescimento de inúmeras carreiras ligadas a áreas digitais, é positivo observar Lisboa num lugar de relevo atualmente.

Para tal em muito contribuem empresas tecnológicas nacionais e estrangeiras que por cá se estabelecem. Com elas, aumentou significativamente o número de profissionais altamente qualificados que passou a viver na cidade, contribuindo também para animar o mercado imobiliário da cidade.

Um contínuo foco e reforço de investimento nas áreas aqui definidas é essencial para colocar o país numa posição cada vez mais relevante na economia atual e do futuro. Afinal, oportunidades semelhantes não se perpetuam.

 

Áreas em que Lisboa se destaca e necessita de investir

É relevante colocar o foco nos pontos em que a cidade se distingue em relação a Paris ou Barcelona. A ambição de tornar o país e a cidade de Lisboa em particular num hub tecnológico definirá em muito a vida das próximas gerações.

No que toca à área do emprego, Lisboa fica aquém dos principais concorrentes. Com exceção dos empregos na área de media, todos os demais beneficiariam de uma atenção mais robusta.

O índice de qualidade de vida é relativamente elevado e inclusive superior a Paris e Barcelona, com 153.73 pontos contra 122.58 e 136.27 respetivamente.

Na área da tecnologia propriamente dita, continuamos a pagar demasiado por uma internet globalmente mais lenta que os principais concorrentes. Sem surpresa, a relevância da cidade em termos de menções online é igualmente inferior.

No campo da criatividade existe ainda muito trabalho por fazer, ainda que neste índice apenas exista foco em galerias de arte e edifícios de notoriedade arquitetónica e não existam outros pontos a considerar.

Já no campo da educação, Lisboa supera largamente Paris e Barcelona com 34 universidades, contra 10 e 23, respetivamente.

 

O futuro de Lisboa e Portugal

Os princípios que aqui se aplicam a Lisboa podem ser igualmente adotados e copiados por inúmeras cidades e vilas do país. A revolução tecnológica já está a decorrer e está a alterar significativamente a forma como as economias de cada país produzem valor.

Investir em modelos ultrapassados resultará numa perda irremediável da posição privilegiada de que beneficiamos atualmente.

Através dos dados deste índice e semelhantes deverão surgir algumas considerações por parte de todos os decisores políticos e financeiros. Só dessa forma se podem identificar áreas cruciais onde investir para obter excelentes resultados.

Não agir sob cada uma delas é perder a oportunidade ímpar de criar as condições para criar uma economia verdadeiramente robusta e que se assuma relevante no decorrer do século XXI.

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