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Intenção de fazer compras de Natal online supera a preferência pela loja física

Foto Shutterstock

Pela primeira vez, a intenção de fazer compras de Natal pela Internet (54%) supera a preferência pelas lojas físicas (46%), segundo o estudo “Holiday Outlook 2019”, feito pela PwC, que se debruçou sobre as chaves que vão marcar o consumo no mercado norte-americano.

O documento destaca a importância do conceito de conveniência digital não para de crescer e já rege as compras de mais de dois terços dos inquiridos. “Isto significa que o consumidor quer fazer o melhor possível, num processo que será distinto para cada perfil de consumidor, mas onde, muito provavelmente, haverá uma mescla do mundo online e físico que será diferente em cada caso”. O estudo sublinha que o cliente quer, em última instância, controlar ao máximo as suas compras.

A sustentabilidade é um dos grandes temas do ano, com 75% dos inquiridos a assegurarem que terão este conceito em mente no momento e fazer as suas compras de Natal. Assim se explica o bom desempenho da revenda e do aluguer. A febre das compras deu lugar a uma conduta mais racional, principalmente pela crescente preocupação com o meio ambiente. “Os mais jovens são os que demonstram estar mais consciencializados e quase metade dos estudantes universitários inquiridos afirmaram querer consumir de maneira responsável”, detalha o documento.

Por outro lado, o estudo da PwC assinala que, apesar da desaceleração económica global e das tensões comerciais entre os Estados Unidos da América e a China, a confiança do consumidor norte-americano mantém-se sólida e favorecida pelo aumento dos salários e descida das taxas de juro. 86% dos inquiridos declararam pretender gastar o mesmo ou mais que no Natal de 2018, numa média de 1.284 dólares por pessoa em presentes, viagens e entretenimento, mais 2,7% que no ano passado.

A Amazon continuará a ser a plataforma de eleição de metade dos inquiridos. Os Millennials (59%), acostumados a comprar online, exigem que o ponto de venda físico ofereça experiências que justifiquem o esforço de deslocar-se às lojas. “Neste panorama, comprar converter-se numa oportunidade para fomentar a confiança nas marcas, assim como a conexão e sensação de comunidade”.

Quase 40% dos inquiridos da Geração X apenas comprarão online.

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