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Grupo Telepizza e Pizza Hut fecham oficialmente a sua aliança estratégica

A aliança estratégica entre a Pizza Hut, detida pela Yum! Brands Inc., e o Grupo Telepizza é neste momento uma realidade.

Enrique Ramírez, diretor global de expansão da Pizza Hut, e Pablo Juantegui, presidente e CEO do Grupo Telepizza, assinaram o acordo de transformação no sector da restauração coletiva.

Este marco surge depois da autorização da Direção Geral da Concorrência da Comissão Europeia. Anteriormente, a aliança tinha sido aprovada por 100% dos acionistas na última assembleia geral da Telepizza, realizada em junho, em Madrid.

Com a concretização do acordo, inicia-se uma nova era para o Grupo Telepizza, que duplica o número de estabelecimentos para mais de 2.500 lojas e fixa em 100 milhões de euros a sua proposta de Ebitda para 2021. Este crescimento significa aumentar a sua presença internacional ao operar em cerca de 37 países, atingindo um mercado potencial de 500 milhões de consumidores.

Além disso, com a assinatura da aliança, está prevista a abertura de 1.300 lojas do Grupo Telepizza na próxima década, especificamente nos mercados abrangidos pelo acordo: Espanha, Portugal, América Latina (excluindo o Brasil), Caribe e Suíça.

Para Pablo Juantegui, “esta aliança estratégica com a Pizza Hut coloca-nos numa posição privilegiada para enfrentar os desafios do futuro no que diz respeito ao sector de Quick Service Restaurant“. Por outro lado, Enrique Ramírez assegura que “a Pizza Hut está focada em oferecer a pizza mais fácil, rápida e saborosa onde quer que operemos. O Grupo Telepizza é o parceiro ideal para nos ajudar a atingir esse objetivo nos mercados abrangidos pelo acordo, devido às suas incríveis capacidades nas operações de franquia e na sua gestão da cadeia de suprimentos. Aproveitando a forte experiência dos nossos franquiados Pizza Hut, esperamos que esta aliança acelere o crescimento da Pizza Hut graças ao melhor de cada um“.

Desde que se anunciou a aliança, em maio deste ano, foram colocadas em prática todas as medidas necessárias para acelerar a sua implementação, antecipando os planos previstos de toda a operação, minimizando o risco de execução e maximizando a criação de valor para o acionista. Além disso, planos específicos foram desenvolvidos em cada um dos países abrangidos pelo acordo, de modo que a aliança agregue valor em cada um deles desde a sua entrada em vigor no dia 30 de dezembro.

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