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Confiança dos consumidores europeus sem melhorias face a 2016

A confiança dos consumidores europeus não apresenta melhorias face aos níveis de 2016, mas o diferencial entre a Europa Ocidental e a de Leste está a diminuir.

De acordo com o Quadro de Indicadores dos Mercados de Consumo 2018 publicado pela Comissão Europeia, apenas 53% dos consumidores confiam na observância de normas de proteção por parte das empresas.

As telecomunicações, os serviços financeiros e os públicos (água, gás, eletricidade ou postais) continuam a ser sectores problemáticos para os consumidores na maioria dos Estados-membros da União Europeia. Em contrapartida, serviços de cuidados pessoais, como os cabeleireiros, e o alojamento de férias gozam de um elevado nível de confiança.

Em comparação a 2016, há poucas melhorias, embora a tendência se mantenha positiva desde 2010. Os mercados da Europa Ocidental continuam a funcionar melhor para os consumidores, pese embora, em termos médios, as maiores melhorias a este respeito se tenham verificado na Europa de Leste.

Detalhando, os serviços de fornecimento de Internet e de telecomunicações móveis continuam a ser aqueles onde existem maiores razões de queixa, já que 20,3% e 17,5% destes, respetivamente, tiveram problemas. Outros sectores mencionados por, pelo menos, 10% dos consumidores são os serviços de subscrição de televisão, de telefone fixo, vendas de tecnologia da informação e eletrónica, transportes públicos, automóveis em segunda mão, imóveis, serviços postais, viaturas novas, aluguer de automóveis e oficinas auto.

Os serviços financeiros são o sector onde os consumidores se sentem mais prejudicados, seja em termos de tempo como financeiramente, no caso de terem problemas. Pelo menos 35% dos consumidores com problemas nos seguros da casa, créditos, hipotecas e abastecimento de água e de luz tiveram elevados prejuízos em consequência disso. Outros sectores com prejuízos consideráveis são as companhias aéreas, os produtos de investimento e os seguros automóvel.

Os sectores dos bens imóveis e os automóveis em segunda mão são os que menos confiança inspiram nos consumidores, já que apenas 38% confia na observância das normas para sua proteção por parte dos prestadores de serviços imobiliários e 36% no caso dos automóveis usados.

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