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Comércio a retalho da zona euro mais fraco do que o esperado com queda nas vendas de alimentos

As vendas a retalho na zona euro foram muito mais fracas do que o esperado, em abril, prejudicadas pela redução das compras de alimentos, bebidas e tabaco.

O gabinete de estatísticas da União Europeia, Eurostat, avançou que o volume de vendas a retalho nos 19 países que partilham o euro caiu 1,3% em abril face a março, crescendo 3,9% na comparação anual. As vendas a retalho tinham aumentado nos primeiros três meses do ano.

 

Alimentação, bebidas e tabaco

O Eurostat disse que as vendas de alimentos, bebidas e tabaco caíram 2,6%, enquanto os produtos não alimentares reduziram 0,7%, apesar de um aumento de 3,4% nas vendas online e s por correspondência. As vendas de combustíveis para automóveis aumentaram 1,9%.

O declínio foi particularmente acentuado na Alemanha, a maior economia da zona euro, onde as vendas caíram 5,4%. As vendas na Eslovénia e na Letónia também foram fracas, enquanto  em Espanha, Luxemburgo, Irlanda e Malta aumentaram.

Na comparação anual, a Eslovénia (+29,6%), a Polónia (+21,1%) e Malta (+17,5%) registaram os ganhos mais acentuados e a Finlândia (-3,4%), o Luxemburgo (-2,9%) e a Bélgica (-1,9%) os maiores declínios, segundo os dados.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) afirmou que os preços mundiais dos alimentos baixaram, em maio, pelo segundo mês consecutivo, depois de terem atingido um recorde, em março, embora o custo dos cereais e da carne tenha aumentado.

O índice de preços dos alimentos da FAO, que regista os produtos alimentares mais transacionados a nível mundial, atingiu uma média de 157,4 pontos, no mês passado, contra 158,3 em abril.

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