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Cazas Novas, vinhos de virar do Avesso

Em Santa Marinha do Zêzere, Baião, no sudeste da Região Demarcada dos Vinhos Verdes, já em pleno vale do Douro, o projeto Cazas Novas propõe uma viagem por uma das mais entusiasmantes e enigmáticas castas brancas portuguesas: o Avesso.

Resultado da paixão de quatro empreendedores ligados ao sector do vinho, esta parceria dá-se a conhecer com o lançamento de duas novas referências no mercado, o Cazas Novas Avesso Colheita e Cazas Novas Avesso Pure, vinhos da colheita de 2019, num total de 26 mil garrafas, produzidos, exclusivamente, com esta variedade tão exclusiva.

Carlos Coutinho (gestão agrícola e financeira), Diogo Lopes (enologia e viticultura), Vasco Magalhães (gestão comercial e marketing) e André Miranda (produção e gestão) são os parceiros que se propõem a oferecer novas expressões para uma variedade de enorme potencial, que vem a ser estudada desde 2011. A distribuição nacional é um exclusivo da Vinalda, mas os vinhos Cazas Novas também já têm portas abertas em Inglaterra, Holanda, Espanha, Estados Unidos, Canadá e Brasil, fruto do trabalho experimental que vem sendo realizado.

 

Uma casta icónica

O Avesso é uma casta icónica do sudeste da Região dos Vinhos Verdes, que encontra na sub-região de Baião o seu campo de expressão mais vasto, mais genuíno e de maior qualidade. Aí, já no Vale do Douro, e nos solos pobres que marcam as vinhas de encosta, apresenta como uma variedade de viticultura difícil, mas vigorosa, apreciadora do clima seco, dos invernos frios e dos verões muito quentes. Em função do tempo de colheita, as uvas Avesso podem demonstrar atributos de grande expressão aromática, acidez, frescura ou concentração, revelando enorme potencial enológico para vinhos mais jovens ou para vinhos com capacidade de envelhecimento, sempre plenos de originalidade.

Acreditamos muito nesta casta, que temos vindo a estudar e que pode ser mais uma revelação no panorama dos Vinhos Verdes e do fantástico património de variedades brancas portuguesas”, explica o enólogo Diogo Lopes. “Temos uma oportunidade única de trabalhar novas expressões e novos vinhos 100% Avesso, cumprindo o potencial de diferentes parcelas e vinhas localizadas em Baião, património vitivinícola que a família Cunha Coutinho mantém de forma irrepreensível. A nossa visão passa por interpretar essas diferentes parcelas, com vinificações distintas, contribuindo assim para a valorização da casta e dos vinhos de Baião. E, claro, dando a conhecer uma variedade que se mantém praticamente desconhecida para os consumidores”, termina.

Cazas Novas

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