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AdegaMãe em destaque na Wine Enthusiast

A caminho de completar cinco anos de atividade, a AdegaMãe acaba de conquistar um dos maiores reconhecimentos internacionais para a sua gama de vinhos, com a principal marca da casa – Dory – a ser globalmente destacada na edição de junho da prestigiada revista de vinhos norte-americana Wine Enthusiast. O editor e crítico Roger Voss começa por realçar a excelência dos dois vinhos topo-de-gama da AdegaMãe – Dory Reserva Tinto 2011 e Dory Reserva Branco 2013 – e avalia-os com 92 pontos, colocando-os entre os 10 melhores vinhos portugueses e entre os 30 vinhos melhor pontuados, a nível mundial.

Para além dos 92 pontos atribuídos (fasquia “Highly Recommended”), Roger Voss destacou ainda o caso particular do Dory Reserva Tinto 2011, o vinho mais premiado da AdegaMãe (Prémio Escolha de Imprensa Portuguesa em 2014, por exemplo), com a distinção “Editor’s Choice”. Mas o reconhecimento da qualidade AdegaMãe estendeu-se a toda a gama Dory e foi além dos Reserva, já que o Colheita Branco 2013 e o Colheita Tinto 2012 arrecadaram 88 pontos e as insígnias “Best Buy”.

Nesta edição de junho da Wine Enthusiast, a adega de Torres Vedras, projeto do Grupo Riberalves com enologia a cargo de Anselmo Mendes e Diogo Lopes, apresenta-se como o único produtor da Região de Lisboa a apresentar dois vinhos com 92 pontos. “A perceção internacional sobre a qualidade dos vinhos portugueses é cada vez maior. Tem sido feito um extraordinário trabalho nas diversas regiões nacionais. A Região de Lisboa, e a AdegaMãe, também estão a entrar neste mapa de excelência. Este reconhecimento, alcançado numa publicação de referência para o sector do vinho, enche-nos de orgulho e pode abrir-nos ainda mais portas”, afirma Bernardo Alves, diretor geral da AdegaMãe.

As pontuações no guia da Wine Enthusiast, atribuídas na sequência de prova cega, são tão mais importantes ao ter em conta o PVP dos vinhos AdegaMãe em causa, claramente inferior aos restantes vinhos destacados nesta edição. Os dois Dory Reserva têm um preço de referência de 12 euros, enquanto os Colheita se ficam pelos 4 euros. “Esta qualidade e este preço espelham aquilo que é o conceito traçado para a AdegaMãe desde o início: fazer excelentes vinhos, que expressem as caraterísticas únicas da Região de Lisboa, mas que sejam acessíveis aos consumidores. Sentir que estamos a alcançar esse objetivo, e que estamos a chegar às pessoas, enche-nos de orgulho e motivação. Vamos continuar no mesmo caminho”, afirma o consultor Anselmo Mendes.

Diogo Lopes, enólogo da AdegaMãe, realça o potencial da adega torreense, que começa ainda colher os frutos de todo um trabalho de experimentação desenvolvido, procurando as castas nacionais e internacionais que melhor se exprimem no terroir do Oeste e que podem conferir novas interpretações. “No fundo são vinhos atlânticos, plenos de acidez e frescura, com um perfil que muito surpreende os consumidores. Estivemos recentemente nos Estados Unidos e foi muito gratificante perceber a forma como os nossos vinhos estão a ser acolhidos. Exportamos 60% da nossa produção e acreditamos que, a médio prazo, o mercado norte-americano pode mesmo vir a tornar-se a grande referência”, destaca Diogo Lopes.

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