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4 retalhistas entre as 100 empresas mais sustentáveis do mundo

Foto Shutterstock

As empresas já consideram que a sustentabilidade é prioritária. Na última edição do Fórum de Davos, o protagonismo coube à implantação de modelos de negócio mais responsáveis, exemplificados no ranking das 100 empresas mais sustentáveis a nível mundial.

O estudo, elaborado pela Corporate Knights, analisou 7.400 empresas com uma faturação acima dos mil milhões de dólares e teve em conta critérios como a percentagem das receitas ligada à economia verde, as emissões de gases com efeito de estufa e de outros contaminantes, a gestão hídrica e de resíduos, o investimento em I&D e a igualdade de género.

Neste top 100 constam quatro retalhistas: Kering, H&M, Adidas e Inditex. A francesa Kering, anteriormente conhecida como Pinault-Printemps-Redoute (PPR), figura na 23.ª posição, numa queda considerável face à vice-liderança que lhe pertencia em 2019. A H&M, por seu turno, faz a sua estreia na lista, entrando diretamente para a 27.ª posição. A Adidas escalou do 84.º para o 55.º lugar e, em sentido inverso, a espanhola Inditex caiu do 54.º para o 94.º posto.

Entre as empresas de grande consumo, a melhor posicionada, na 22.ª posição, é a McCormick, seguida pela brasileira Natura Cosméticos, que desceu do 15.º para o 30.º lugar, e pela Unilever, que saltou 20 posições para a 46.ª. Mais distantes figuram a japonesa Kao Corporation (86.ª), a francesa L’Oréal (98.ª) e a finlandesa Kesko (99.ª).

Deste ranking encontram-se ausentes muitas empresas de grande consumo reconhecidas pelas suas práticas sustentáveis, assim como retalhistas como a Whole Foods, hoje propriedade da Amazon, que, há oito anos, eram considerados um paradigma do chamado capitalismo consciente, uma tendência que então despontava e que agrupava os modelos de negócio onde o benefício para o acionista era preterido para o benefício social partilhado.

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